Contos Eróticos

Quem já não viveu uma fantasia erótica? Aqui você poderá contar aquela aventura sexual que aconteceu com você. O que vale é a imaginação, deixe a fantasia rolar.

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O PROBIBIDO É MAIS GOSTOSO
Meu nome é marina, 21 anos solteira ,1,55m,. Sempre tive paixão e um desejo reprimido pelo meu irmão Carlos, 23 anos solteiro. Esperei tanto tempo até que neste mês de outubro/2007,eu e meu maninho fomos ´só nos dois a praia. E a noite no quarto do hotel numa cama de casal realizamos o nosso maior desejo, os entregamos as delicias do sexo. INCESTO gostoso maravilhoso inesquecivel e já repetido tantas vezes. Reprimir nunca mais. Tomando os devidos cuidados para se evitar uma gravidez e é só aproveitar essa delicia de sexo tão prazeiroso entre irmãos.

Sunday, November 4th 2007 - 05:08:41 PM

SO QUERO TE CONHECER
UM BELO DIA NA ESCOLA, APARECEU UMA MENINA MARAVILHOSA SAB AQUELAS BEM TESUDAS ! DE TUDO EM FIM NAO PARAVA D FIKAR INCARANDO ELA D JEITO NENHUM ! AI PASSOU UNS MESES UMA OUTRA AMIGA MINHA ME XAMA NO CANTU E FALA A FULANA QUE CONHECER VC AI EU QUEM EW ME FALAR PRIMEIRO AI EU VO LA ! AI ELA EW A CIBELE ! COMO EU NAO CONHECIA POR NOME NEW AI EU FALEI ME AMOSTRA ELA Q EU N CONHEÇO NEW QUNADO EU VEJO QUEM EW ADIVINHA QUEM ERA ! ERA A MENINA DE UNS MESES ATRAS QUE EU FIKAVA OLHANDO AI TALS FUI NA HORA LA TD BEM E TALS ! MAS TEM UM PROBLEMINHA A MINHA NAMORADA ESTUDA NA MESMA ESCOLA QUE EU ! ISSO ERA NA HORA DO INTERVALO DO 1 TEMPO PRA O 2 TEMPO D AULA ! AI CONHEÇIE ELA RAPIDEX PARA QUE NINQM VISSE NEW PORQ VCS SABEM QUE EXISTEM DE FOFOKEIRUS NEW ! POSI EW AI MANDEI ELA IR L EM KAZA NA FRENTE PR GENTE CONVERSA MELHOR1 AI ELA NAO SEI OND EW AI EU FLEI HA LIGA ! A COBRAR PRA MIM 7 HORAS DA NOITE OK AI ELA ME DAR TEU NUMERO AI EU DEU E TALS ! AI TA BOM BJINHUS XAU GUNADO DAR 8 HORAS ELA LIGA AI FALO COM ELA EXPLIKO OND EU MORO E TALS AI ELA APAREÇE AI TA CONVARSA VAI CONVERSA VEM ! XAMEI ELA PRA FIKAR NA GARAGEM D CASA E PERGUNTEI SE ELA TAVA AFIM D FAZER ALGO ADIVINHA OQ ELA FALOU ! TO AFIM DE XUPAR UMA POMBA MUITO GOSTOSAAAA TO MALUKA DESD ONTEM OPA ! VM K AI LEVEI ELA LA PRO QUINTAL TAVA MUITO ESCURO NAO TM LUZ AKI E MUITO MATO ! PAREÇE UM SITIO ! GENTE SO SEI DIZER FOI HUM BOKETEMJUTO FODA POSI METIE N BOCETINHA DELA E ELA GRITAVA DE TESAO AI MANDEI ELA GRITAR BIXU PORQ Q OND AGENTE TAVA DAVA NA DIRELÇAO DO GUARTU DE MEUS PAIS EHUAIEHIAUE FOI MUITO BOM ! AGOURA ELA QUER QUE EU GRAVE UM VIDEO PORNOGRAFIKO COM ELA ! E VO GRAVAR SIM COM MEU NOTEBOKKK ! GENTE ME AGUARDEM VOLTU COM MAS UM DELA OK ABRAÇOS ! MUITO SEXO PRA VCS ALGUEM TA AFIM DE SEXO DAKI DE MANAUS ME LIGA 8165-8620 !

Sunday, July 29th 2007 - 07:42:12 PM

O GAÚCHO PAUZUDO
O que vou relatar é verídico. Eu tinha 16 anos quando isso aconteceu. Eu e minha mãe fomos morar em Porto Alegre pois minha mãe foi transferida para outra agência bancária (meus pais são separados). Minha mãe sempre fazia encontro dos amigos do banco em casa, uma turma legal e bem humorada, mas tinha um sujeito, de nome Paulo, que realmente deixava minha mãe fora de si, eu percebia os olhares dela para ele, que eram retribuídos prontamente. Um dia chegando mais cedo em casa da escola, estranhei minha mãe não estar na cozinha, fui devagar para seu quarto a fim de dar-lhe um susto, e chegando perto do quarto, comecei a ouvir gemidos, e olhando pela porta entre aberta, quem levou um susto fui eu. Paulo estava em pé, e minha mãe ajoelhada a seus pés fazendo um boquete no maior e mais grosso cacete que vi na vida. Nem em filmes pornos eu vi nada parecido. Era um cacetão descomunal, parecia um braço de criança, devia medir uns 26cm, e muito, mas muito grosso. Via minha mãe esforçar-se para colocar aquilo na boca mas mal cabia a cabeçorra, grande, lustrosa, parecia um pêssego. Fiquei escondido e o mais quieto possivel assistindo aquele boquete, quando Paulo disse: - Vem minha putinha, cavalga seu macho. Minha mãe é estilo mignon, corpo perfeito, e eu fiquei imaginando se aguentaria aquela tromba. Ele se deitou, segurou a vara em riste e ela foi por cima, ajeitou na entrada da buceta (que mais parecia uma buceta de criança perto daquele animal), e foi rebolando, rebolando, gemendo alto, até que balbuciou. - Paulão, tô com medo, vai me rasgar. E ele falou: - Calma, sua buceta tá bem meladinha, vai com calma que entra. Depois de muito rebolar ouvi um gritinho dela: - Aaaaiiiiiii, caralho, calma Paulão, vai me estourar com esse cacetão de jegue. Percebi que tinha entrado um pedaço do pauzão de uma só vez. Eles ficaram um tempo parados pra ela acostumar e ele começou a puxar ela pela cintura, fazendo com que deslizasse pra baixo. Percebi o desespero dela pelos gritos e palavrões: - Para filho da puta, vai me rasgar, paraaaaaaaaaa. Ele parou, já tinha entrado metade do caralho, ela foi fazendo movimentos circulares com o quadril e aquela jeba foi desaparecendo dentro dela, cm por cm. Sobraram uns 5 dedos de cacete pra fora, pois ela dizia que não aguentava mais, que aquela tora tava rasgando ela por dentro. Ficaram assim uns 10min até que ele disse que queria ela de quatro. Ela ficou de quatro na beirada da cama e pude ver o maior espetáculo da terra. Era como se um braço entrasse nela, tamanha a proporção do colosso do Paulo. Ele tirou o cacete, deu uma bela cuspida no cuzinho da minha mãe e disse que o melhor estava por vir. Ela entrou em desespero, disse que não aguentaria. E ele prometendo que só meteria um pouquinho, pois queria gozar no cpu dela. Ela permitiu, mas disse pra ir com cuidado. Percebi que tinha entrado a cabeçorra pelo grito que ela deu, tentou saltar pra frente, mas ele a segurou firme, disse pra ela relaxar que só meteria a cabeça conforme tinha prometido. Dava pena pelo sofrimento dela, mas era alucinante e muito excitante ver minha própria mãe, de quatro na cama, com um cacete imenso apontado pra ela. Dava pra ver nitidamente que somente a ponta tinha entrado, mas eu imaginava o tamanho do estrago que tinha feito. Eles ficaram ali, mexendo devagar, e minha mãe implorando pra ele não meter mais. - Calma, não quero te machucar, teremos outras oportunidades pra você se acostumar com ele. Ele suava feito porco, louco, dava pra ver na sua cara o prazer que sentia, até que num grito gozou no cú da minha mãe. Ela nesta hora, espertamente, se posicionou para poder segurar o cacetão dele com a mão e não deixar ele meter mais. Ele saiu de dentro dela e pude ver nitidamente o buracão imenso que ficou. Sai de fininho pra ninguem me ver, e voltei mais tarde. Minha mãe estava na sala sozinha assistindo tv, perguntei se estava tudo bem, e ela me disse: - Sim, tudo ótimo, só estou morta de cansada, meu dia fio muito duro hoje. É, eu sabia quanto tinha sido duro.

Wednesday, November 15th 2006 - 02:13:20 AM

VALE TUDO POR SEXO
Oi, a historia que vou contar foi veridica.Me chamo Lucas, tenho 25 anos,sou de Belo Horizonte e minha amiga que é Bissexual tem 23 anos,loira,1.65,marquinhas,tatuagem na bunda enfim muito gostosinha e se chama Andreia. Sou branco,1.71,cabelo curto liso,68kg e depilo meu cu todinho.Sempre fomos muito liberais e trepávamos de todos os jeitos,mas ela tinha namorada e eu também.Ela adorava comer meu cu com seu enorme vibrador e sempre falava que queria me ver fodendo com um traveco enquanto ela fodia com uma mulher.Até que um dia de muito sol fomos para o sitio de uma amiga fazer um churrasco bem liberal onde não havia regras e sim sacanagem.Lembro que tinha duas amigas dela,um rapaz,e uma linda travesti que era amiga de Andreia que por sinal era bem interessante. Já a noite estávamos todos bem bêbados e começamos a jogar baralho(eu,Andreia,Amanda e a travesti Juliana)Achei muito coincidencia aquela travesti pois já desconfiava que Andreia estava aprontando uma pra mim. Começamos então a jogar e quem perdesse teria que pagar uma prenda que eu não imaginava....Como a bebida já tinha deixado todo mundo louco,Andreia escollheu a prenda que eu teria que pagar pois minha dupla havia perdido. Olhou rindo pra mim e para juliana(travesti) e pediu para chupar o pau dela enquanto ela e sua amiga olhava...Comecei a rir mas no fundo queria muito engolir aquele pauzão...Comecei a beijar Juliana passando a mão no seu pau enorme que dava um enorme volume no seu shortinho de lycra.Tirei aquele pauzao pra fora e assustei com o tamanho.Andréia olhou pra mim e disse para engolir pois sabia que eu adorava e ela queria ver....chupei muito aquele pau durante uns 10 minutos e enquanto isso as duas ia se beijando até que Andreia ja estava chupando a buceta de amanda enquanto a travesti lambia meu cu..Ate que nos aproximamos e fizemos uma verdadeira suruba onde valia tudo!! Dava meu cu e chupava a buceta da Andréia enquanto Amanda era chupada e gemiamos muito naquela sala. Depois Amanda deu o cu para Juliana enquanto Andreia dava o cu pra mim galopando muito no meu pau e pedindo para travesti acabar com o cu de sua amiga.. Andréia e eu fomos ajudar Juliana a foder Amanda,enquanto eu lambia o cu de juliana com muita gula,Andreia sentava com sua buceta na cara de Amanda e ao mesmo tempo abria a bunda para facilitar aquele pauzao penetrar em seu cu apertado.Até que as duas gozaram e eu e Juliana continuamos em um final que fiquei com a cara toda suja de porra depois de chupar seu pau e gozei na cara da Andréia que me pediu....Foi uma expêriencia inesquecível que nunca tinha feito e nunca mais fiz. Caso alguem interesse em saciar mais minha vontade me escreva que responderei com fotos: sexoprofano@yahoo.com.br

Wednesday, September 20th 2006 - 05:49:01 PM

PRIMEIRA MULHER CASADA QUE COMI
Dizem que a primeira vez nunca se esquece, é verdade! tenho atualmente 26 anos, na época que aconteceu esta transa eu deveria ter meus 24, vou da o nome de ana pra preservar a identidade dela, a conheci um ano antes pela internet, nos tornamos amigos, ams com o tempo foi batendo um tesão, ela uma loira, cabelo cacheados, bundão de 46 anos casada, nunca havia transado com mulher casada, então acho que o tesão foi maior por ta querendo fuder uma mulher comprometida! depois de muito marcarmos um dia que o marido viajou, resolvemos marcar um encontro em um bar, ficamos umas duas horas ficando perto da praia derrepente ela puxa meu braço atravessa a rua entramos em um taxi e ela diz pro motorista, motel Le point, caramba meu tesão aumentaou n só por saber que iria comer aquela delícia, mas tb pela atitude dela, adoro mulheres assim, chegamos no motel já era mais de zero horas, , fomos logo pra banheira chupei aqueles seios, coloca meu dedo na bucetinha dela, toda visgoza de tesão! fomos pra cama chupei aquela bucetinha até ela gozar, a mulher era muito doida, gritava de tesão, pedia pra xinga-lade vadia, cachorra, e eu fazia tudo do jeito que pedia, falava pra ela assim, "vou fuder vc todinha minha vadia" e ela respondia gemendo "isso meu macho, fode toda minha bucetinha" transamos muito, ela pegou no sono, mas meu tesão tava d+, ela dormindo enfiei meu cacete na bucetinahd ela, ela acordou gemendo e gozou gostoso, pela manhã, tomando café o taxi já estava vindo pr anos buscar e agente arrumado ela vem e me diz "adoreia cordar com você me comendo gostoso" deu vontade de arrancar a roupa dela ali mesmo e fude de novo, mas n dava, pois ela tinha coisas a resovler e o taxi tava chegando! foi incrivel, pena que ela foi embora, foi muito bom!! Vc casada e queria te rmomentos de puro prazer, me procura!! sou um baiano de mais de 1,90!!! davinms@hotmail.com

Sunday, August 27th 2006 - 04:10:18 PM

ESTAGIARIA...
Ola..vou contar como enrrabei a estagiaria de administraçao de 19 aninhos no meu setor de trabalho..Meu nome e Marco tenho 28 anos e sou casadosou funcionario publico..aqui no setor..trabalhamos em 4 pessoas..e estavamos precisando de mais alguem pra ajudar no serviço..foi ai que a chefia contratou uma estagiaria..19 aninhos..pequenininha..seios grandes e magra..bem magrinha mesmo...e casada..fomos nos conhecendo..papo vai papo vem , e ela começou a me contar que o marido..destratava ela e nao correspondia como marido em casa...foi passando o tempo e ela veio me dizer que estava separando dele..pq o pegou traindo ela com uma garota de 15 anos.. Fiquei super feliz em saber o que estava acontecendo..fui conversando cada vez mais com ela..e ela me dizendo tudo que acontecia..e todo dia quando iamos embora..ela sempre me dava um beijo no rosto de despedida..e eu retribuia..um certo dia..quando ela foi me beijar, eu virei o rosto e a beijei na boca..ela ficou assustada..mas nao disse nada...no outro dia fiz a mesma coisa..quando dei por mim..ja estava beijando a de lingua..ficavamos naquela esfregaçao aqui dentro da sala..sem que os outros vissem..foi entao que entrou a greve..ficamos so nos dois trabalhando..o setor fechava as 17:30hs..passamos a fecha lo as 16:00hs..pra poder dar conta do serviço..mas que serviço nada..agente fechava as 16:00 e começava os amaços..no inicio era so beijos e amaços..mas foi passando os dia e agente foi ficando cada vez mais lerdos..eu a beijava encostados em uma mesa e colocava ela de costas pra mim..esfregando na bunda dela..pq meu pau ficava duro como ferro..ate que em um destes dias..resolvi arrasta la para dentro da sala de arquivos..ficamos nos beijando bastante tempo..resolvi tirar o pau pra fora da calça..ela pegou e ficou punhetando..quando pedi para chupar, ela disse que era melhor agente parar..pq poderia chegar alguem e nos pegar..respeitei a vontade dela...mas no outro dia..acho que ela estava com tanto tesao do que vinha acontecendo..que quando a beijei..ela ja foi colocando a mao no meu pau e tirando pra fora da calça..chupou que foi uma delicia..eu tirei seus peitos pra fora e comecei a chupalos..o ngocio foi esquentando..e quando vi..ja estava colocando ela em cima da mesa de costas pra mim e abaixando sua calça..quando vi aquela bundinha moreninha..lisinha..fiquei louco..a bucetinha entao..sem comentarios..aquela coisinha pequenina com poucos pelos e ja estava molhadinha de tesao..fui logo pra cima e meti...meti meu pau sem pensar em camisiha nem nada..fodi ela ali mesmo..em cima da mesa..ela gemia como uma louca..tive que tampar a boca dela..pq estava gemendo alto..acho que nessa hora deu mais tesao nela..pq ela gozou que escorreu na perna..nao aguentei muito tempo e gozei dentro dela..enchi aquela bucetinha linda de porra..sem pensar em nada..quando tirei meu pau..ainda escorria um pouco..ela o pegou e chupou ate deixa lo sem uma gota..foi quando me surpreendi..ela levou a mao na sua bucetinha que escorria meu gozo a encheu e levou na boca...bebeu minha porra que saia de sua buceta..lambia os dedos a palma da mao..ate que se limpou toda..como uma gata..depois desse dia..transava mos todo dia aqui dentro..ate que terminou a greve..e os outros funcionarios voltaram..passados alguns dias ela saiu do setor..hj tento contato com ela..mas ela nao me atende...sou louco pra poder comer aquela bucetinha de novo...

Thursday, April 27th 2006 - 12:10:15 PM

PUTINHA DO DRIVE IN
Oi pessoal, meu nick é Penelope, mais e mais charmosa, tenho 19 anos, 1,55m, e 48 kg. Tenho o gostoso vicio de me exibir... acho que isso vem de casa pois tenho uma irmã 3 anos mais velha que eu... Tudo sempre aconteceu antes com ela...os seios, o bum-bum, os pelos pubianos, a menstruação, enfim... desde a infancia ela sempre esteve a minha frente no quesito tornar-se mulher. Minha única maneira de competir sempre foi ousar no exibicionismo uma vez que ela é bem tímida. Daí surgiu o vicio de mostrar as calcinhas, usar fartos decotes... calça justa e por ai vai. Sempre adorei provocar os homens na rua com insinuações e ousar na praia enfiando o biquíni na bunda e desfilando em meio a tarados olhares masculinos. Estou saindo com um gatinho, meu namo. Como nem sempre temos grana pra ir a motéis e la em casa não ta liberado acabo me dando bem pois por vezes temos que transar no carro, nos cantinhos escuros do prédio, em estacionamentos e a adrenalina de ser pega corre solta. O relato que vou contar agora foi o top de linha destas transas arriscadas que tanto me fazem bem. Como disse, as vezes a grana ta curta e como o tesão rola solto acabamos transando no carro mesmo. O melhor lugar sempre são as casas de lanches com estacionamentos escuros, aqui chamados de drive-ins. Se voce consegue um lugar legal para estacionar dá pra liberar geral. Neste dia em especial nós já estávamos no maior love dentro do carro, eu e meu gato totalmente pelados jogados no banco de trás e rolando o maior rala-e-rola quando fomos surpreendidos por batidas no vidro. Foi um susto geral. Meu gato abriu um pouco do vidro e era o guri que entrega os lanches nos carros nos trazendo um pedido que não era nosso, foi um engano. Claro que o pivete aproveitou e me espiou mas se desculpou e se foi. Rimos muito do susto. Em meio a nossas risadas meu gato comentou que o carinha tinha aproveitado e me olhado e eu disse que tinha adorado o susto e a olhadinha dele também. O clima esquentou e ele me desafiou dizendo que duvidada que eu tivesse coragem chamar o carinha, abrir o vidro nua em pelo e fazer um pedido. Desafio aceito. Liguei o pisca alerta (senha para chamar os atendentes) e lá veio a minha caça. Abri o vidro e o carinha ficou todo desconcertado... demorei propositadamente para me decidir e os olhos do guri brilhavam de tesão por me ver peladinha. Meu gato disfarçava procurando uma musica no radio e o atendente babava de tesão. Pedi umas fritas e uma Coca e la se foi minha vitima alegre e sorridente. Novamente rimos muito. Agora foi minha vez de ousar. Sugeri ao meu gato que quando o guri viesse trazer o lanche a gente proporcionasse mais uma canja ao garoto. Desafio aceito. Quando o rapaz veio trazer o pedido já estávamos de novo no banco traseiro, meu gato sentado próximo a janela e eu deitada no banco ao seu lado completamente nua. Quando meu gato abriu o vidro o guri foi colocar a bandeja encaixada na porta, fitei seus olhos, baixei a cabeça e comecei a chupar meu gatinho. Acho que o carinha pirou de vez. Ele devia ter uns 16 anos, ficou parado sem saber o que fazer. Eu chupava um pouco, levantava a cabeça, olhava pra ele e punhetava o pau do meu gato. O cara não se mexia. Observava tudo meio abobado. Meu gatinho então puxou papo pedindo se ele tava curtindo o visual. Ele disse ao guri que eu era uma putinha que ele tinha pego na avenida e que pagava o melhor boquete da cidade e perguntou o que ele tava achando, se achava que valia pena pagar uma putinha assim. O cara liberou geral e começou a dizer que eu era muito gostosa e safada, uma puta completa e deliciosa. Ele enfiou a mão por dentro da calça de abrigo e começou a massagiar o pau. Girei o corpo por cima do meu gato, montei em seu pau e coloquei a cara na janela. Então pedi para ele me mostrar seu pau. O guri não pensou duas vezes. O canto que nós estávamos era super discreto então ele baixou um pouco o abrigo, me mostrou seu pau e começou a se punhetar. O clima tava quente demais. O guri gozou rápido como uma lebre ao mesmo tempo que meu gatinho gozava dentro a minha xaninha. Me joguei no banco, escancarei as pernas e mexi na minha bucetinha até gozar também. Tudo sob o olhar atendo dos dois taradinhos de plantão. Nos recompomos rapidamente e saímos voando do local, rindo muito do ocorrido. Meu gato surpreso com minha coragem e eu satisfeita com minha aventura. Bjos e T+

Tuesday, April 18th 2006 - 09:18:35 PM

A PUNHETAGEM
Tia feito uma cirurgia no meu pau por causa de um cisto, já fazia um mês sem bater punheta e pior, sem comer nenhuma buceta.Passado o tempo de repouso o meu pau voltou com força total. Um certo dia eu estava na internet vendo uns site de gostosas, estava na maior punhetagem quando a vizinha chegou me pegando de surpreza.Na sabia a onde enfiava a cara e pedia desculpas e ela respondeu: Se desculpe se vc meter essa pau avantajado no meu cu e deixar eu lhe pagar um boquete. Foi ai que deitei e rolei, peguei a gostosa, joguei na minha cama, fui tirando a blusa dela.Nossa os peitos dela pareciam dois mamões maduros mamei até os peitos ficarem vermelhos.Depois tirei o resto de sua roupa.Ela pegou minha pica de 19 cm e engoliu todinha fazia um vai e vem que mew deixava com as pernas tremulas de tanto tesão logo gozei e ela tomou toda a minha porra. Logo depois pegou meu pau de novo e começou a chupeta e que chupeta vcs precisam esperimentar foi a melhor chupeta que eu já recebi. ela tem a boca da Cicarelli e portanto engolia o meu pau todo. logo depois coloquei ela de quatro e começei a bombar, parecia um tritturação de tanta força que eu metia naquela buceta nós dois gozamos quaze juntos depois meti em seu cu foi facil porque ele ja era bem regaçado eu explorava aquele cú em tudo rasgava ele sem dó nem piedade.Ela gemia como nunca. Pra finalizar ela pagou uma punheta gostoza de 5 minutos e depois que gozei um super boquetão.Depois abri uma lata de leite condensado e joguei em mim e nela fizemos um maravilhos 69. Logo depois mandei um beijo naquela boca gostoza. no banheiro enquato tamovos banho comi ela de 4 no chuveiro e depois ela pagou um boquete se vistiu e foi embora .nossa foi um fim de ressaca maravilhoso

Saturday, October 15th 2005 - 11:01:32 PM

NOITE MARAVILHOSA
Me chamo Marcelo tenho 23 anos, sou moreno de olhos castanhos, cabelos castanhos. Vou relatar algo que aconteceu onde eu trabalho. Trabalho na produção de uma empresa multinacional. Como todos os dias na hora do almoço, mais precisamente no restaurante da fabrica, gostava muito de fletar as meninas, principalmente aquelas que trabalhavam em outras areas. Em uma dessas flertadas percebi que uma menina aparentemtente uns 10 anos mais velhos que eu, mais muito linda e meiga começou a dar uns flertes em mim também. Tudo começou nos olhares, até que criei corágem e chamei ela pra sair. Ela ficou um pouco sem jeito e não aceitou no principio, mais papo vai papo vem e acabei fazendo a cabeça dela e saimos. Fomo para um barzinho com musica ao vivo. Bebemos muito e conversamos muito. Foi uma noite maravilhosa. Ela estava em um vestido verde muito bonita se apresentava. Por volta 00:30, resolvi levar ela embora, afinal era seu desejo. No trajeto comecei a falar coisas bastante contrarias daquilo que estavamos conversando no bar. Passando proximo a um Motel, brinquei dizendo: Poderiamos passar a noite neste motel. Ela sorriu, e não disse nada. Percebi seu cansaço nos olhos. Resolvi ser mais ousado com ela e coloquei minha mão na perna dela proximo ao joelho. Ela apenas olhou pra mim e não disse nada. Reduzi um pouco a velocidade do carro. E comecei a subir a minha mão. E pudi sentir sua coxa bem firme. Ela segurou minha mão bem firme e começou a ajudar a passar a mão nela. Parei o carro no acostamento, debaixo de um ponto mais escuro da rua. Proxima a uma praça. Ela prontalmente virou-se pra mim e começou a me beijar. Muito bom o seu beijo por sinal, beijamos muito e minha mão já havia conhecido cada palmo de seu corpo por cima do vestido. Fui alem, levantei seu vestido e coloquei minha por baixo dele, indo em direção a sua calcinha. Comecei a tirar e ela não ofereceu nenhuma resistencia. Ela rapidamente tirou o meu cinto e antes que eu tentasse fazer algo com ela, ela tirou minha cauça e minha cueca começou chupa-lo. Foi a cena mais linda que eu já vi. Ela com rostinho de lado e olhos fechados fazendo um chupeta. Já não estava mais aguentando de tesão, e ela percebeu que seu boquete era otima qualidade então ela suspendeu mais seu vestido e soltou a alça do vestido ficando em cima de mim no banco da frente do carro. Ela direcinou sua bucetinha no meu pal. E ficou meio que rebolando pra lubrificar ela. Quando a cabecinha começou entrar. Senti um tesão que não da pra explicar, e ela começou a me exitar mais ainda dizendo coisas no meu ouvido do tipo. Fode minha bucetinha... Come esta putinha... Fode bem gostoso... Ela não gostava eu acho de galopar muito, e ficava rebolando e rebolando muito. Eu aproveitava e ficava metendo o dedinho no cuzinho dela. Muito bom a sensação. Ela então saiu de cima e foi para o banco de traz do carro. Ela disse que eu ia precisar de espaço.Enquanto ela se arrumava, eu estava em extase porque percebi que ela queria me dar o cuzinho. Olhando ela se preparar quase que gozei.Ela rebitou a bunda meio que de quatro e pudi ver ela salivando na mão e melecando seu cuzinho.Quando eu aproximei dela ela foi logo pegando no meu pal e direcionando no cú dela, disse assim pra mim. Enfia de uma vez. Comecei a forçar muito pra entrar e ela começou apertar o banco do carro. Derrepente a cabecinha entrou junto com o resto de uma vez só, ela deu um grito de dor eu só não fiz o mesmo pra não ficar ruim pra mim, afinal doeu muito meu penis. Só sei que meti naquele cuzinho por uns 15 minutos. Tirei o meu pinto do cú dela e gozei na bundinha linda dela. Ela ficou marvilhada com a situação e eu mais ainda. Ela nem quis sel limpar depois. vestiu o vestido e ficou toda gozada ainda. E foi esta a noite mais maravilhosa que tive. Espero que gostem

Wednesday, September 21st 2005 - 02:59:59 AM

SAFADEZAS DE 17 ANOS...
Sou morena, cabelos lisos compridos, pequenininha, mas do tipo gostosinha, seios médios, que cabem direitinho na boca, xoxotinha com poucos pelinhos e uma bunda empinadinha com marquinha de biquini. Teve uma vez que havia terminado com o meu namorado e saí com uma cara q trabalhava com a minha amiga... Ele era daqueles tipos moreno, alto, forte, gostosão... Fomos nós dois, minha amiga e um amigo dele p/ apartamento dele... Chegando lá conversamos um pouco e eu percebia q ele não tirava os olhos da minha perna...estava com uma saia jeans bem curtinha, e toda hora eu cruzava as pernas p/ deixar ele mais atiçado.... Tinha uma sacadinha no ap dele, ele me arrastou p/ lá, enqto minha amiga fazia companhia p/ outro cara... Ele já começou a me dar uns beijos fortes, puxava meu cabelo... ía beijando meu pescoço e eu louca de vontade q ele abaixasse e começasse a chupar meus seios... Minha amiga não queria ficar com o amigo dele, então fomos p/ quarto "ver" um filme... Tinha uma cama enorme, e minha imaginação começou a fluir... ele tinha uma pegada forte, e eu não via a hora q os amassos começassem... Ele me jogou na cama, e veio p/ cima de mim, enqto nos beijávamos, aquela mão enorme não parava em meu corpo... passava a mão nos meus seios, apertava minha bunda com força... Tirou minha blusa, começou a chupar meus seios... parecia q ia arrancar eles fora, mas eu estava adorando aquilo... mordia os bicos, isso me deixa louca...já me sentia toda molhada... Tirou minha blusa, me pegou de ladinho na cama e ficava me encoxando e eu sentia aquele pau duro, doidinho p/ me comer, mas estava "naqueles dias"... então, tirei o pau dele p/ fora... era grande... bem maior q o do meu namorado, aí fiquei mais louca ainda... comecei a bater uma punhetinha p/ ele... e isso eu sei fazer muito bem... embora só tivesse 17 anos na época... Ele tentava arrancar minha saia, mas não deixava, isso me excitava ainda mais... mas estava louca de vontade de dar p/ ele... Enqto batia uma p/ ele, ele pedia q eu parasse pq iria gozar... então diminuia o ritmo por uns instantes, depois começava outra vez e ouvia aqueles gemidos de tesão no meu ouvido...Ficamos nisso mais de meia hora e depois minha amiga bateu na porta pq queria ir embora....e depois de 4 anos, justamente hoje, ele ligou pra minha amiga perguntando sobre mim. Agora não sei se termino de fazer tudo com ele.

Friday, August 26th 2005 - 05:47:47 PM

PRIMINHA GENTIL
Olá, me chamo Thiago, sou alto, meio forte, branco, 1,74 cabelos pretos lisos. O ocorrido se deu quando decidi ir na casa da minha avó, la, mora tambem uma tia minha, ela tem uma filha que estuda em outra cidade, nesse dia, que era feriado, ela tinha vindo para ficar com a mae e aproveitar o feriado. La tem uma piscina media, quando eu chego, la esta ela a beira da piscina com aquele biquini cavado, lindo mostrando aqueles seios e aquela bicetinha, ela tem umas pernas, que dam muito tesao, ai, fui até ela á passos lentos, quando chego bem proximo a ela, toco-a levemente nas costas, massageando, ela percebeu mas gostando nao deu muita atencao, apos um pouco de massagem, ela pegou na minha mao e fomos nos sentar numa cadeiras que tinham na area, eu a perguntei se ela estava atualmente com namorado, ela respondeu que tinha acabado há 2 meses, cara, fiquei louco nessa hora, decidi investir pra ver o resultado, eu disse a ela o quanto ela ficava bonita naquele biquini, o quanto seu rosto era lindo, coisas desse tipo, ela so agradescendo, foi ai que descidi dar um beijo nela, foi lentamente aproximando meu rosto do dela, ela ja foi feixando os olhos beijei ela com vontade aquele beijo molhado gostoso, enquanto minha mao acariciava seus seios, e a dela o meu abdomem, durou uns 5 min esse beijo, ai eu vi que ela estava molhada, doidinha pra dar umas xavecadas, nao contei conversa, nesse dia, eu tava com a moto do meu pai, ja que ele estava dormindo, da viagem que chegou, mandei ela subir na moto, ela se vestiu e fomos passear, isso era umas 5 horas, ai eu tive a ideia de irmos a um bequinho que conheco, onde ja peguei algumas amigas la, fomos na ele é escondido e escuro pois os predios cobrem a luz, ficamos la trocando caricias, ela colocou a mao no meu calcao bem devagar, aquela maozinha linda e gostosa me punhetando, foi quando vi uma correria do lado de fora, era a policia atraz de um cara entao decidi voltar pra casa de minha avo com ela, minha avo sempre gostou de fazer aqueles jantares grandes, para isso ela ficou a tarde toda na cozinha, entao fui com flavinha (a minha prima) pra o quarto de hospedes, chegando la, eu me toquei que precisava de uma camisinha, ai mandei ela ir aprontando as coisas que ei ia arranjar, fui no quarto da minha tia, mae dela e fui na bolsa de coisas que ela tem, absolventes, aqueles cremes, e outras bugigangas, depois de revirar la achei uma camisinha feminina, trouxe la pra ela logo, tranquei a porta, e a pedi pra fazer silencio, ela ainda bem, sabia como usar a camisinha feminina, a dei um beijo de lingua demorado, ai ela colocou na minha frente a camisinha, a bucetinha bem molhadinha e virgem, ela colocava com força, colocou as abas, ei ela tava no ponto, sem roupa, eu ainda tava vestido, mas nao me aguentei, tirei primeiro a camisa, depois o calcao, meu pau parecia um ferro de 17 cm, eu gosto muito de um cavalinho, portanto cai na cama com ela e mandei ela ficar em cima, deu um pouco de trabalho pra enfiar, mais coloquei, so a cabeca fez ela gemer baixinho, eu empurrava meu pau nela, e ela so cavalgando, quando a buceta dela que era apertadissima se acostumou, eenfiei ate o maximo, e ela so gemendo baixinho, tava gostoso demais, aqueles peitinhos subindo e descendo, que sensacao, passamos tempo e eu gozei, mas ela ainda nao, decidi entao agentar e continuar, fui ate ela gozar, gozamos e foi gostoso, a buceta dela ficou toda vermelhinha, ela tirou a camisinha e eu a chupei, a buceta dela quase nao tinha pelos, chupei toda depois subi pro embigo, e pro seio, chegando la, mamei muito e ela me punhetando, enquanto meu dedo era na buceta dela, decidi entao comer seu cuzinho lindo e arredondado, mandei ela chupar meu pau pra lubrificar, ela o fez com gosto, ai penetrei nela, embora dificil, com o tempo foi ficando gostoso, eu so falando baixinho no ouvido dela baixinho enquanto a comia, meu pau so comendo o cu dela e minhas maos massageando sua xaninha, ah, ai gozamos juntos, nos trocamos, dei um ultimo beijo nela e mandei ela ficar no quarto pra mim ver se nao vinha ninguem, gracas a deus nao vinha ninguem, ai ela foi pra longe de mim pra nao deixar pistas, mas antes me deu um delicioso beijo, e eu uma apertadinha na sua bundinha, mulheres, espero que tenham gostado, pois de fato isso ocorreu.

Monday, May 30th 2005 - 01:04:17 PM

EU MOSTRANDO
sou morena clara, 42 anos, um corpo bem distribuido, o que costumam chamar de uma coroa gostosa. Uma bunda bem empinada, seios medios, não muito caidos, ainda em forma. Gosto de me vestir de maneira a provocar, sem, contudo, ser uma perua. Certa tarde, eu estava em um barzinho aqui em Floripa, vestida com uma saia justa, por baixo, gosto de usar cinta liga com meias, ao inves de meia calça, e detesto usar calcinhas. Como eu estava contando, estava sentada em um barzinho, com as pernas cruzadas, mostrando minhas coxas, como eu gosto de fazer, provocantemente, quando notei um rapaz de aproximadamente uns trinta e poucos anos, de olho em minhas pernas. Comecei meu joguinho, cruzando e descruzando as pernas, abrindo um poco, com a saia esticada, para ele poder ver um pouco mais. Ele notou que eu estava brincando com ele, levantou-se, veio ate minha mesa, pediu para sentar-se, o que eu concordei. Logo de inicio, ele perguntou-me se eu de fato estava sem calcinha, como deu a impressão a ele, e eu confirmei. Ele então desafiou-me a sair dali com ele, para dar umas voltas pela cidade, e mostrar minhas pernas, buceta e bunda em lugares públicos, andando pelas ruas, sentando em bancos de praça, levantando a saia. Aquilo mexeu comigo, e eu aceitei o desafio. Fomos ao calçadão da Felipe Schmidt, mas ali eu não tive coragem de levantar a saia. Fomos até a praça XV, ali, sentei-me em um banco, e levantei a saia algumas vezes, arejando minha bucetunha, que já estava começando a esquentar com a situação. Como minha saia era justa mas não mini, ao sentar, eu tinha que puxa-la um pouco para cima, senão, não mostrava nada. Por umas duas vezes, puxei-a até o funal das coxas, ficando com minha bucetinha inteiramente à mostra, e aquilo foi me dando cada vez mais tesão. Levantei-me, fomos andando a esmo, em uma rua pouco movimentada, encostei-me na parede, não vinha ninguem, e levantei a saia todinha até a cintura, e mostrei a ele minha buceta em todo o seu esplendor. Outra vez, vi um homem vindo em minha direção, e levantei a saia para ver a reação dele. ele ficou boquiaberto, com a visao, e eu fui em frente. Após mostrar minhas pernas, minha bunda e minha buceta para mais alguns homes pela rua, comvidei o desafiante para irmos ate meu ape. Lá chegando, fui logo tirando o pau dele para fora da calça, e era um pau avantajado, de uns 25 cm aproximadamente, e cai logo de boca naquela delicia, chupando ate ele gozar em minha boca. Depois, levantei a saia, e pedi a ele que me retribuisse o boquete, o que ele fez com maestria. Apos eu gozar na lingua dele, virei-me levantei a bundinha, e pedi a ele para penetrar em meu cuzinho, o que ele prontamente atendeu, e começou logo a bombar em minha bundinha. Quando notei que ele iria gozar novamente, pedi a ele para tirar de meu cuzinho, e gozar encima de minha bunda. Ele atendeu-me, e jogou toda a sua porra em minha bunda. Eu espalhei aquela porra pela minha pele, esperei um pouco para ela secar, arrumei minhas roupas, e convidei-o a voltarmos ao barzinho do inicio, para tomarmou mais uma cerveja. Adoro sair esporrada pelas ruas, sem calcinha e sem sutiã, só com a saia e blusa, e lógico, minha cinta liga e minhas meias.

Tuesday, May 24th 2005 - 01:18:52 AM

TRANSA DEPOIS DE 25 ANOS
O fato que vou narrar é veridico. Quando tinha 20 anos de idade fui trabalhar em uma grande empresa Estatal de São Paulo. Lá conheci Regina, tinha 19 anos e era a gostosa do pedaço, todo os homens davam em cima dela, e eu procurei me aproximar pelo lado da amizade, cultura, pois a mesma gostava muito de ler e discutir a história do livro. E acabamos fazendo uma grande amizade, mas acabou ficando nisto mesmo,devido a amizade ela cortava todas as minhas iniciativas e eu procurei me afastar dela. Porem mantinha um tesão imenso por ela, quando tomava banho e me masturbava era nela que eu pensava. Porem com o tempo ela se casou e saiu da empresa e eu tambem me casei. Durante algum tempo frequentei a casa dela, mas meu olhar para ela estava me traindo perante minha esposa e notei tambem que o marido dela não tirava os olhos das pernas de minha esposa. Achei melhor me afastar definitivamente para não criar problemas. Porem sempre ficou aquela vontade de transar com ela, que eu não esquecia, muitas vezes até transando com minha esposa era nela que eu pensava. Porem de alguns anos para cá comecei a sonhar com ela, sonhos variados, sexo, no trabalho, em festas, mas principalmente eu transando com ela, e isto não me deixava em paz. Até fui a uma vidente e a mesma me disse que eu tinha algo a resolver com esta antiga amizade senão continuaria a sonhar com ela. Criei coragem e fui até a casa de uma amiga dela de infância, que eu sabia que as duas ainda mantinham contato. Deixei um cartão com a amiga dela e pedi se possível para que Regina me ligasse,pois necessitava falar com ela urgente. Dois dias depois ela me ligou toda contente, dizendo estar com saudades,etc. Marcamos um almoço, e já fui abrindo o jogo depois de uma garrafa de vinho, que sonhava constantemente com ela, principalmente sonhos sexuais, ela abriu um sorriso enorme, e vi que gostou, na hora de irmos embora dei um longo beijo em sua boca, vi que ela gostou muito e já aproveitei para passar a mão em sua perna, ela nem ligou e neste dia ficou nisto. Logo em outros encontros a coisa começou a pegar alem de beijos, mãos, masturbação, até que concordamos em ir para o Motel. Vi que ela estava muito nervosa, porem não era a primeira vez que ela traia o marido, isto me animou mais ainda. Fomos a um Motel bem longe, ela tomou uma caipirinha inteira para "criar coragem", e disse que iria fazer um boquete e que eu poderia gozar em sua boca. Ela começou a me masturbar com uma mão e com a boca chupava, pedi a ela para soltar a mão, ela obedeceu, e enfiei meu caralho todo na boca dela, a mesma continuou o movimento fazendo vaievem, ai não resisti mais e gozei tanto na boca dela que minhas pernas balançaram e cai, a mesma esperou um pouco me masturbou lentamente e subiu por cima e me cavalgou, ela gozava tanto, que gritava sem parar, chegou até a desmaiar ( acredito que foi mais emoção da primeira vez). Dormimos abraçados quase duas horas, nunca me senti tão bem, era um tesão que eu tinha a mais de 20 anos, parece que junto com o esperma meu, saiu um peso de 50 quilos. Depois de um mês saimos de novo, peguei ela de frente e foi tanto entra e sai, que gozei duas vezes sem parar, meu pinto ficou roxo e sensivel, ela ficou acabada de novo, porem os olhos dela brilhavam tanto, que achei que ela estava passando mal. Quis pega-la por trás, mas não deixou, disse que não estava ainda preparada para dar para mim por trás, mas que em outras vezes que saissemos me daria. estou no aguardo desta outra oportunidade e ai contarei. Mas consegui realizar um sonho de 25 anos de vontade e tesão.

Saturday, May 14th 2005 - 07:43:36 PM

EU COMI A MINHA VIZINHA
Meu nome é marcos e tinha eu se mudei para um bairro aqui em taubate faiz uns 3anos e logo quandu cheguei tinha um vizinha e ela era muito gostosa(e tinha 15 anos) entaum um dia fui falar com ela e ela tocou no assunto sexo... Depois de um tempo conversandu nois ela me convida para entra para naum recusar entrei.... Chegandu lah dentro ela faiz um suco e eu na cozinha tomando ela vai para seu quarto e depois de um tempo me chama entaum eu vo ate la quando chego ela esta de calçinha e sutiã..... Ela manda eu tira a cueca e começa a chupa meu pal ate eu gozar.....Dai eu coloquei o meu pal no teu cuzinho virgem e começei a iii para frente e pra traas e ela gemia muito e quando ela gozo e tomamos banho e eu fui embora.....

Thursday, April 14th 2005 - 06:18:07 PM

A FODA DO SÉCULO...
Este caso ocorreu certa vez meio que sem querer, sou solteiro e tenho um grave defeito... sinto o maior tesão pelas namoradas e esposas de meus amigos! Fazer o que... sou assim e pronto, porém nutri meu tesão somente em minhas punhetas e nunca revelei o meu desejo a ninguem, porém certa vez ocorreu um fato que mudou completamente esse meu conceito... Estava eu na internet numa sala de bate papo e fiz contato com um cara muito gente boa, o cara gostava mais ou menos das mesmas coisas que eu, esportes, política, carros etc, logo em seguida tambem fiquei conhecendo sua esposa, muito gente boa tambem, falava de assuntos diversos, era inteligente, simpática. Nossos papos foram tendo prosseguimento, nos conhecemos pessoalmente, era um belo casal, o homem jovem, cerca de 30 anos alto e magro, a esposa um pouco mais jovem que ele, morena, bunda grande, seios médios, lábios grossos, coxas deliciosas e muito bonita de rosto, uma voz muito sensual... um tesão de mulher! Um determinado dia Marcos (vou chamá-lo assim) me convidou para que eu fosse jantar em sua casa, me passou o seu endereço e logo aceitei, chegando lá falávamos de coisas banais, os mesmos assuntos de sempre quando Rafaela (vou chamá-la com esse pseudonimo) começou a falar de sexo, estávamos meio embalados pelas caipirinhas, mas eu sempre mantinha as aparencias, apesar de cobiçar muito a mulher de meu amigo, procurei me adequar ao papo, apesar de meio constrangido. Marcos falava normalmente sobre suas transas do passado e até dos lugares onde trepava com a esposa, foi quando comecei a me soltar e entrar no papo contando minhas aventuras sexuais, Rafaela ficava muito interressada nas minhas histórias, tanto que começou a pegar no pau do marido sentado no sofá ao seu lado, eu no sofá da frente me levantei e fui me despedindo ja que tinha a impressão de que queriam ficar sozinhos, foi quando Rafaela me interceptou a caminho da porta e pediu pra que eu não fosse, respondi que não, era tarde e eles estavam precisando ficar sozinhos, foi quando ela respondeu com um ar muito maroto: "- Quem disse que queremos ficar sozinhos?" Nesse momento não acreditei e ela me conduziu no sofá onde encontrava-se sentado Marcos com o pau latejando pra fora da bermuda, ela começou a chupar o seu pau bem do meu lado, e eu meio constrangido mas cheio de tesão arranquei a vara pra fora, vara que ela agarrou instantaneamete, chupava o marido e me masturbava ao mesmo tempo, peguei em seus cabelos, embalei um pouco o boquete ao marido e puxei sua boca para minha pica, meu pau era do mesmo tamanho do de marcos, só um pouco mais grosso e mais curvado, ela chupou muito minha rola enquanto Marcos arrancava sua roupa e lhe lambia o corpo, ela largou a boca do meu pau e deu um longo beijo no marido, ele correspondeu a ela enlaçando sua linga a dela, os dois me olhavam, isso me encheu de tesão. Ela voltou ao meu precioso boquete e Marcos agora lambia sua buceta, e que buceta... Uma pequena moita de pelos pretos e brilhantes... a visão do paraiso! Marcos enfiava a lingua sem dó nem piedade, ora na buceta ora no cuzinho, era uma cena muito excitnte de se ver, pois Rafaela demonstrava muito seu tesão rebolanda a bundona na cara do marido e sugando minha rola durísssima. Pedi a Marcos uma vez em tão cobiçado líquido vaginal, ele obeceu prontamente e agora beijava a boca da esposa que tinha o clitóris sugado por mim, sua buceta era cheirosa, cheiro de coisa bem cuidada, gostosa, tesuda... eu lambia o cuzinho dela que piscava e respondia aos meus carinhos, seu cu era lindo demais, e gostoso, enfiava a lingua naquele buraquinho quente a todo instante, numa dessas minhas empreitadas ela gemeu alto e pediu pra ser fodida, Marcos não deixou por menos, entrou por baixo da safada e enfiou a rola na xoxota da esposa, eu continuava lambendo o ânus molhadinho e via bem de perto a rola do marido entrando em sua vagina, suas bolas ora ou outra até batiam em meu queixo, nunca havia feito sexo dessa forma, mas nessa noite a coisa rolava solta, tudo era permmitido, de repente o pau de Marcos escapou da buceta de Rafaela, eu peguei a rola ensopada com as mãos, estava quente e dura, e conduzi ao buraco, antes porém dei uma pequena lambida no liquido que escorria da buceta arrombada, era loucura fazer aquilo mas meu tesão não tinha limites, eles berravam de prazer! Rafaela abocanhou meu pau sofreguidamente enquanto Marcos a comia por baixo, eu socava a rola em sua boca e ela engasgava mas chupava inteiro, e chupava mesmo, não era um boquete de aparencias, ela sugava a rola com força. Nisso senti uma mão em minhas bolas, era Marcos que por baixo observava a chupeta molhada que Rafinha me fazia, ele acaricou meu saco e Rafa aprovou largando meu pau e lhe dando um outro beijo na boca. Pedi para come-la um pocuo tambem e ele se afastou dela, cheguei por tras e soquei a pica na sua buceta, ela rebolava e gritava de tesão, o marido entupiu-lhe a boca com a rola ainda melada com seu suco vaginal. Eu metia em sua buceta e acariciava o cuzinho rosado com o dedo, ela demosntrava tesão quando eu fazia isso, entrei por baixo dela e enfiei a rola na buceta, diss a Marcos: "- Não quer experimentar o cuzinho da Rafinha? Parece que ela tá doidinha pra dar ele..." Marcos entendeu o recado e posiciomou-se atras de Rafa que quis sair fora, mas ja era tarde. Marcos lambeu o ânus da esposa, me deu uma lambidinha deliciosa nas bolas tambem e socou o cacete no cu apertado de Rafa que urrou de dor, eu até sentia a pressão do pau de Marcos no rabo da safada, ela levou com muita dor as duas picas, depois relaxou e tudo correu bem, eu e Marcos sincronizáva-mos o movimento pra entrarmos dentro da gostosa juntos, era demais, delicioso, sensacional, metemos durante um certo tempo assim, ali na sala da casa, no chão, como animais... retiramos as picas nos postamos em sua frete e ela abocanhou os dois, chupava as duas rolas ao mesmo tempo, enfiavo os dois na boca, era muito gostoso, meu pau encostava no pau de Marcos, fcavamos roçando os dois cacetes na boquinha escancarada da esposa, foi aí que Marcos fez o que eu menos esperava, começou a pegar no meu pau e me bater uma punheta bem vagarosa, eu retribuí o favor agarrando sua rola e lhe tocando uma bronha, Rafa gostou da situação e começou e lamber a bunda do marido, eu quase gozava com aquilo, a mão do marido era muito hábil, ele gostou tambem da minha punheta pois gemia muito... Enquanto isso Rafinha divertia-se com o cuzinho do marido que gemia de olhos fechados, eu resolvi então fazer a coisa mais absurda do mundo, abaixei-me e passei a lamber a cabeça do pau do cara, da lambida passei a uma chupadinha e acabei lhe pagando um grande boquetão, ele estocava em minha boca com força enquanto a esposa lhe metia a lingua no cu. Porém meu pau estava abandonado e Rafaela não deixou por menos pediu para ser comida por mim enquanto eu sugava o pau do marido, ficamos em uma posição em que ela cavalgava em minha rola, enquanto eu chupava o pau do cara, ora ou outra o cara tirava o pau da minha boca e colocava na dela, ela chupava muito melhor que eu pois eu não conseguia engolir inteira a rola de Marcos, ja ela não, o pau do marido sumia inteiro na sua boca, ela roçava o nariz nos pentelhos dele. Uma loucura total! Retirei-me da buceta dela e fui em seu cuzinho, dei uma lambuzada com saliva e soquei com força ja que o marido ja o havia arrombado pouco antes, imaginei que ele fosse penetra-la na buceta mas ele foi pra baixo dela com a lingua, e agora chupava sua xana com o movimeto que eu comandava com minha rola no seu cu, foi ai que me passou pela cabeça de socar o pau na boca de Marcos, pois imaginei que ele o quisesse, e fiz, retirei o pau do cu de Rafa e soquei na bocona de Marcos, ele repugnou um pouco mas sugou, e que chupeta boa! Até me esqueci da mulher, fiquei ali em pé aproveitando o boquete que o cara me fazia... simplesmente delicioso. Estoquei bastante o pau em sua boca e fiz outra loucura, virei-o de bunda e passei o pau no seu cu, ele não reclamou, a esposa nisso assistia tudo tocando uma siririca no sofá e me incentivando: "-Vai, come ele tambem, come!!" Marcos não reclamou quando eu comecei a esfregar a benga no seu ânus e apenas deu uma gemidinha quando pus a cabeça... comecei a empurrar, empurrar e ele foi relaxando até eu alojar a vara no seu buraco. O cu dele era muito mais apertado que o de Rafaela, isso me deixou maluco e eu comecei a socar e socar, não acreditava naquilo que eu tava fazendo, Rafa esfregava a buceta na cara do marido que levava a rola no cu, ela deitou no sofá abriu as pernas e pediu pro marido vir por cima, ele saiu do meu pau e meteu o dele na buceta da esposa puta, ela estava maravilhosa, linda, gostosa, parecia uma cadela no cio, berrava, gemia, dizia palavrões, nos chamava de vagabundos, dizia que eu era um puto por fazer aquilo com ela e o marido, e eu naturalmente, ia as alturas com aquela safada levando tanta pica e pedindo mais... Marcos começou a meter em Rafaela em cima do sofá, ela abriu as pernas e ele socava a rola, eu posicionei-me atras dele e comecei a esfergar o pau na sua bunda, ele entendeu o recado e parou de se mexer, eu introduzi minha rola em seu rabinho, ele reclamou um pouquinho da dor mas começou novamente a mexer, eu me mantive em uma posição que quando ele enfiava na esposa meu pau saia do seu cu, quando ele saia dela eu socava o meu, estava muito bom, gostosos mesmo, o cu dele agora ja estava mais liberado e ele movia-se com muita desenvoltura... Eu confesso que segurei o gozo até onde pude, quando não aguentei mais retirei-me daquela situação e fiquei só olhando. Rafaela olhou bem nos olhos e disse: "- O que foi? Quer levar uma rola no cu tambem, vai la Marcos come ele tambem, quero ver se vocês são homens mesmo!" Eu não havia pensado nessa hipótese mas naquela noite tudo era permitido, falei que nunca tinha feito aquilo e não sabia se estava afim, Marcos nem ligou pro meu comentario, e começou a passar a mão em mim, eu tremi de medo e ele passou a pica em minha bunda, chegou por trás, deu uma lambuzada no meu cu com saliva e começou a colocar... Rafa me chupava o pau com muita violencia, e Marcos ao contrário ia bem de leve no meu cuzinho virgem, eu sentia cada milimetro entrando em mim e doía muito, muito mesmo, naquele instante não entendi por que tanta gente dava o cu e dizia que era bom, pois pra mim estava muito ruim, e mal tinha entrado a cabeça... Teve um momento que pensei em sair correndo daquela situação... mas Rafa me auxiliava com as sua boca gostosa, ela saía do meu pau e ia lamber o do marido que estava com a metade enterrado em minha bunda, eu gemia mas o tesão era grande tambem, ele forçou mais um pouco e entrou inteiro, ele parou os movimentos pra que eu me acostumasse e começou a bombear a rola atrás de mim, a cada estocada a dor ficava mais longe, Rafa novamente abocanhava minha rola e sugava inteira, as metidas passaram a ficar mais violentas e agora eu urrava de dor e prazer por ter o cu arregaçado pela pica duríssima de Marcos, a minha sorte que a benga dele era mais fina que a minha, ele meteu o quanto quis, até retirar o pau e me dar um tapa na bunda, me chamou de viadinho, não gostei muito pois eu tambem havia triturado o cuzinho dele, mas fazer o que, naquela noite a bruxa estava solta! Pra finalizar novamente penetramos duplamente Rafaela agora eu no cuzinho e Marcos na buceta, metemos muito nela, ela deve ter gozado várias vezes durante a noite, e agora era nossa vez, levantei-me e comecei a bater uma punheta na cara de Rafaela, Marcos fez o mesmo, só que retirou a minha mão e ele mesmo me bateu a bronha, fiz o mesmo a ele e ele logo gozou em minha mão e na boca da esposa que esperava a porra de boca aberta, ele continuou a bronha e eu logo tambem gozei fartamente nos seios de Rafaela e nas mãos do meu amigo Marcos... Foi uma puta noite de sexo, tomamaos um banho a tres, Rafaela lavou muito bem nossos pintos exauridos, nos vestimos e fui embora, nos tornamos muito amigos depois disso, sempre transo com eles mais o menos desse jeito, fodemos sem limite... as crianças me chamam de tio e sou quase da familia hoje. Mas a primeira vez... essa a gente nunca esquece!

Saturday, March 12th 2005 - 11:44:24 AM

MINHA VIZINHA
Oi, tudo bem?Vou contar minha historia que é demais. Eu me chamo Vagner e tenho uma vizinha que é uma delicia, um tesão de mulher,se chama Márcia,ela é loira, 1,75, 60 kg, casada, seios médios, bundinha sensacional,tem uns 40 anos, ela já tem filhos e faz inveja em muita garotinha. Tenho 18 anos e sempre ficava olhando ela, na cara dura mesmo, ela me deixa com um tesão que nunca senti por mulher nenhuma nem mesmo por minha namorada. Ela sempre chega de carro e tem que abrir o portão da casa dela, nossa e sempre olho aquele monumento na minha frente, e ela tem uma cara de mulher bem seria, e me cumprimentava na boa e eu sempre pensando nos meus sonhos aquela mulher dando para mim. Certo dia, estava no passeio de casa e quem chega??Ela, aquela delicia, ela para o carro, desce e vai abrir o portão, me cumprimenta da mesma forma, coloca seu carro dentro da garagem, e quando vai fechar o portão ela me chama para ajudar ela nas compras que fez, se puderia ajudar ela a colocar as compras na casa dela porque estava sozinha, e eu claro, na maior boa vontade. Começamos a conversar e ela disse que seu marido tinha saído e seu filho estava na casa de sua irmã, fiquei louco, nossa será agora??E começamos a levar as compras para dentro da casa dela e tínhamos que descer uma escada e fomos umas 4 vezes no carro e descíamos e eu sempre atrás dela olhando aquela bunda que deixava meu pau durão, estava de short e fiz questão de ela ver meu pau duro, na ultima vez que descíamos as escadas ela me perguntou porque olhava tanto para ela, e eu fiquei gelado na hora, mas disse que ela me deixava doido, que ela era a mulher dos meus sonhos, ela deve ter assustado e disse sou casada e isso deve ser uma fase adolescente. Eu já estava empolgado e falei que não era fase nenhuma e era um enorme tesão e cheguei perto dela e pedi um abraço, ela me deu e sentiu o meu pau encostando nela, e fui chegando meu rosto para o lado e comecei a beijar a boca dela de leve e ela começou a me beijar e fiquei louquinho, estava realizando meu sonho, e começamos a nos beijar, um beijo longo e gostoso, fui passando a mão em seu corpo, ela estava de vestido bem leve e fui passando, e ela passando no meu, passou a mão no meu pau bem duro, ela parou de me beijar e disse vem cá. Subimos a escada e fomos direto para o quarto dela, tava morrendo de tesão, peguei ela e empurrei ela na cama e fui beijando ela,deitando sobre ela, e tirando seu vestido de leve, comecei a beijar seus pés, sua panturrilha, e fui levantando o vestido, suas coxas, e ela se arrepiava toda, tirei seu vestido e vi ela só de calcinha, porque não usava sutiã, e fui chupando seus seios, aiii, que tesão!! Lambi tudo, os biquinhos, dava mordidas de leve, quando chupava seus seios puxava seu cabelo de leve lambi tudinho passei a língua na sua orelha, no seu pescoço, ela tirava minha blusa, e fui descendo de novo minha língua, chupei seus seios, sua barriga, sua virilha com a calcinha ainda, tirei ela e vi aquela buceta toda depiladinha, e comecei a chupar aquele grelinho maravilhoso e ela indo a loucuras, e chupei ate ela gozar.....ela gritava como uma puta desvaraida, ela veio por cima de mim, tirou meu short, minha cueca, e começou a chupar meu pau, nossa!!nunca senti um tesão daqueles parecendo que estava a um tempão sem chupar um pau e sem dar para seu marido,e chupou até não agüentando mais falei que ia gozar ai ela continuou mais forte ainda e gozei na boca dela, ela engoliu meu gozo todo, limpando meu pau todo, quase morri ali mesmo, mas ela começou a chupar ele de novo e ele foi ficando duro como uma rocha, e ela pediu para foder ela, chupei a bucetinha dela um pouco e fiquei por cima dela, e fui enfiando meu pau na cabecinha da sua buceta e ela gritando enfia tesão, e eu comecei a enfiar, e ela gemendo e eu bombando, e ela me unhava, e gritava e eu bombando e ela e eu indo a loucura, parei e pos ela de 4, dei uma lambida na sua buceta e fui enfiando de novo, peguei seu cabelo, puxei, e enfiando nela de 4, e puxando com força seu cabelo, e batendo na sua bunda e bombando.....nossa tava um tesão.....e ela gritando bem alto....e eu bombando e ela falou enfia mais que vou gozar, empurrei tudo naquela buceta e ela gozou como uma louca e depois de 5 segundos gozei naquela buceta, ummm, nunca tinha sentido nada igual....naquela hora não preocupávamos com mais nada, se o marido dela ia chegar, so pensávamos em transar, depois de um tempo ela fez outra chupeta no meu pau, e pos ele limpinho, e pediu para foder o cuzinho dela, fiquei estático, eu???comer aquele cuzinho???era sonho só podia ser......meu pau estava duro de novo, ela me deu um gelzinho e foi ficando de 4 e rebolando na minha frente, dizendo: Fode este cuzinho!!Meu tigrão!! Pedi a ela para falar que seu marido era um corno, ela logo disse ele é um cornão, fode o cuzinho da mulher do corninho, fiquei louco, passei a língua no cuzinho dela, e o gel, passei o gel no meu pau também e fui enfiando a cabeça da minha rola, ela gritava, remechia, pedia para tomar cuidado, e fui enfiando enfiei a cabeça e ela urrava de tesão e dor, pedia para parar, mas se paro acho que ela me matava, fui enfiando....e ela rebolando, batia na sua bunda, e ela pedia:Bate na sua puta,bate! Não perdia tempo, fui enfiando o meu pau e ele gemia como uma puta, enfiei a metade do pau, e ela dizia que ia gozar, quando ela disse, empurrei tudo e ela deu um grito e gozou, e comecei a bombear mais forte, no vai e vem gostoso, e ela ia a loucuras e eu mais ainda, ela gritava que seu marido era corno, que adorava dar o cu, e eu escutando essas palavras quase gozando, ela falou bombea mais forte e eu com minha força toda ia rasgando mais ainda aquele rabo, e ela gozou de novo e gozei naquele rabo todo....Que monte de porra naquele cu, tirei meu pau todo desfalecido e ela deitou na cama quase morta de tanto dar, e minha porra descendo nas suas pernas....que dia!!O melhor da minha vida.....Tinha que ir, porque já estava ali umas 2 horas e seu marido poderia chegar a qualquer momento, ela me chamou para tomar banho com ela, tomamos um banho rápido, ela chupou de novo meu pau debaixo do chuveiro, tava morto já. Ela me levou até o portão, me deu um beijo na boca bem gostoso, e disse que queria me encontrar de novo, e eu disse que a hora que ela quisesse. Encontramos varias vezes depois, e eu me apaixonei por ela, até terminei meu namoro por ela. Mas até hoje o seu marido não desconfia,eu acho!!Até a próxima vez!Bjos!

Saturday, February 26th 2005 - 09:04:46 PM

COMENDO A SOGRA
Sempre tive vontade de narrar minhas transas mais nunca tive a oportunidade. Porém decidi contar o que me aconteceu a algum tempo atrás. Isso aconteceu quando tinha 27 anos, hoje tenho 37. Na época eu namorava Paula que tinha 23 e era virgem , confesso que lutei muito pra tirar a virgindade dela, depois que ela perdeu o cabaço queria fuder toda hora e eu prontamente pra serví-la. Fudíamos todos os dias em vários lugares, escadas, elevadores, hall, motel, era só termos a oportunidade que fudíamos. Eu tinha toda a liberdade na casa de seus pais, até ficar com ela no quarto sozinho, que eles não falavam nada. Certa vez estávamos sozinhos na casa e aproveitamos para fuder-mos. Paula estava de quatro na cama e eu metendo na sua buceta toda molhada e pedindo que eu não parasse, ela tinha uma bucetinha maravilhosa e gostosa, além de apertadinha. Confesso que meu pau ficou todo esfolado de tanto fuder. Nos limpamos e fomos pra minha casa que era perto e ficamos lá até trazê-la pra casa, que quando chegamos ainda bateu uma punheta na escada de seu prédio. Tinha porra todo dia na escada. Como na época estava de férias passava de vez em quando na casa de seus pais pra conversar com seu pai e ficava lá até ela chegar do trabalho. No dia seguinte eu não iria passar lá pois sabia que seu pai não estaria, só que a mãe dela me liga pedindo pra que eu fosse lá pois Paula pediu que pegasse umas roupas dela e que desse pra empregada de nossa casa. Fui lá, peguei o elevador e cheguei no andar, e sempre quando eu estava subindo já abriam a porta e deixavam encostada. Entrei e chamei Dona Célia, que me respondeu do quarto de Paula que estava separando a roupa e pediu que entrasse. Quando entro me deparo com Dona Célia de quatro na cama totalmente nua. Era uma visão muito louca pois ela tinha 63 anos. Ela oulhou pra trás e falou que tinha nos visto fudendo e que ficou doida, pois o marido não a comia fazia uns 25 anos e que sempre foi papai-mamãe, que ela queria que eu fizesse com ela o que eu estava fazendo com a filha. Pensei em ir embora, falei que não era certo, que podia chegar seu Paulo e nos pegar e tudo mais, mas ela foi sempre me dando uma resposta atrás da outra e meu pau foi ficando cada vez mais duro, ainda mais com aquela buceta me encarando. Tirei minha roupa, e mandei ela logo chupar e acreditem ela não sabia como fazer. Aí eu até brinquei com ela, devido as circunstâncias podia falar tudo. Que eu ia transformar ela numa mulher de verdade, falei como ela devia me chupar e ela foi logo aprendendo, gozei na boca dela e falei pra ela engolir, logo em seguida começamos um 69 maravilhoso, eu chupando uma buceta de 25 anos sem uso, chupei muito aquele grelo que ela gozou feito louca. Quando ela pediu pra ficar de 4 prontamente aceitei pois iria meter naquela buceta apertada e virgem pelo tempo que fazia que não via uma pica. Fui colocando devagar até ela sentir tudo e comecei a bombar e acelerando o ritmo das estocadas, fiquei metendo um tempão até gozarmos juntos e ela querendo mais, porém tínhamos que deixar pra mais tarde pois não iria ficar só naquilo, que queira comer seu cuzinho também, que ela relutou em aceitar, mas acabou cedendo. Quando Paula chegou notou que a mãe estava diferente, mais alegre, cheia de entusiasmo querendo fazer as coisas, logo depois chegou seu pai que nem notou a diferença nela. Como eu estava de férias tinha tempo pra fuder com Dona Célia pela manhã e Paula a noite. Paula nunca desconfiou que eu comia sua mãe, terminamos o namoro de 4 anos e meio, mas que continuei a comer sua mãe. Mulheres de + de 60 que querão ser bem comidas podem entrar em contato comigo.

Friday, January 21st 2005 - 11:21:34 PM

FESTA DO ROLA ROLA
Era um sabado tarde quando decidimos fazer uma festa , tinha tres problemas muie , casa e dinheiro, o dinheiro tresamigos falow q tinha , a casa eu cedi a minha pois meus pais tinham viajado , as mulheres fizemos um contato . Ligamos primeiro para Luana (uma chupadora autentica ) e pedimos q troucesse augumas amiguinhas !!! Conseguimos tudo ... Estava marcado para as sete horas ... Fomos compras bebidas e camisinhas !!!Compramos 10 litroes de vodka ... La pras 6:30 ja estavamos chapados ... chegou cinco garotas gostosas .. A luaninha ,a sthephany, a sabrina ,fabiolae a martinha...sabrina era a mais gostosa de todas , mas porem muito quietinha .. começou ae entao a festa , as meninas chaparam ate ... e nos colocamos um filminho porno pra esquentar o clima ... Vendo aqulele filme porno Gutemberg ja comessa ficar excitado e começa a passar a mao na perna de sthephany , sem dizer tchau e nem adeus sairam de fininhu para o quarto!!!logo apos nao sabia o q escutava , os gemidos do quarto ao lado ou o filme porno.. quando olhamos no buraquinhu da fechadura sthephany estava fazendo uma chupeta nele... ficando excitada com aquilo martinha ja entra e ja vai tirando a roupa e gutemberg ja vai colocando ela de quatro e torando freneticamente ...Italo percebendo q o clima esquentou no outro quarto , ele ja olhou pra cara mais safada de fabiola pegou a mao dela colocou no seu pau assim ela gostando .. a levou para o outro quarto!!Eu (rangel ) ja comecei a trocar uma ideia com sabrina , ela era muita timida mas eu a convenci de ir para um quarto comigo !!! chegando la comecei a bjar ela e a passar a mao naquela bundinha deliciosa dela , ela dexou e gostou , comecei a tirar a blusinha dela ela so olhou com aquela carinha mais gostosa ... tirei meu pau pra fora e pedi pra ela pagar um boquete , depois a comi de quatro na cama ...Luciano (PITT) Como o unico cabaço (virgem) Nao sabia como demonstrar sua vontade de ir para o quarto com a fernanda ,entao fernadatomou a iniciativa começou passa r a mao nas partes baixas de luciano , luciano assustado todo vermelho logo ficou de pau duro , fernadinha vendo issu decidiu assustalo mais tirou a camiseta desseu as calças e ficou nua , luciano vendo issu dessou as calças com muita pressa e quando foi logo para o finalmente gozou antes da hora dexando a fernada na mao ... o juninhu de luciano nao subia mais , fernanda vendo isto , foi infezada para o quarto de gutemberg chegando la o pau quebrou , gutemberg estava trepando nas tres , Rangel vendo os movimentos foi tb para o quarto ao lado Italo pra nao ficar de fora tb foi .. fechamos a porta , eram 5 mulheres e tres homens .. a suruba rolou a noite toda ... luciano cansado de olhar pela fechadura do quarto apagou no sofa vendo filme porno !!!as meninas dormiram aqui em casa .. foi uma noite inesquecivel de sexo total... Fizemos esta festa sempre q podiamos ...

Saturday, December 18th 2004 - 03:49:39 PM

UMA SIMPLES CONHECIDA
Eu sou de Vila Velha - ES, a minha história se passa mais precisamente no mes de Julho/2004, eu estava em uma casa de um amigo quando chegou duas conhecidas dele uma Morena clara e uma Jambo, a Morena Jambo tinha um corpo espetacular, bundinha redondinha, seios médias e coxas bem grossas, nos conhecemos e ficamos conversando sobre a vida, passando um tempo ela comentou que precisava de um emprego, como na época eu gerenciava uma empresa me ofereci para ajuda-la, marcamos um encontro e coversamos, depois ela me falou que gostaria de sair de novo comigo e não deu outra marcamos já um outro dia, chegando o dia pegamos um taxi e comentei com ela que gostaria de ir a um lugar tranquilo, pois eu era casado e pegava mal desfilar com ela e ela topou ir a um motel, chegando lá começamos a conversar e logo nos agarramos, comecei a deliciar com aquele corpo, dando um banho de lingua, ela começou a pagar um delicioso boquete que quase me fez gozar em sua boca, ela se deitou com as pernas abertas e começei a colocar o meu cacete de 15 cm e 5 de largura naquela xaninha bem apertada, fazendo vai e vem frenéticamente, passamos para a posição de quatro, foi maravilhoso colocar o pau naquela xaninha e vendo aquela bunda perfeita e empinada, tentei cantar para colocar naquele cuzinho mas ela negou, tudo bem, passando algumas posições, ela queria chupar novamente, não deu outra gozei naquela boca, hoje nós saimos ainda e transamos muito, caso tenha alguma mulher de qualuqer idade ou casais que queiram trocar uma amizade e quem sabe uma transa sem compromisso me escrevam, sou moreno, 31 anos, 1.73m, 82kg, corpo malhado e universitário. e-mail: nill.pl@ig.com.br

Saturday, December 18th 2004 - 12:20:05 PM

MEU CUNHADINHO E O TAMANCO BRANCO
Olá, meu nome é Sonia e o que vou relatar aconteceu de verdade. Eu nunca tive muita vontade de ser comida por outro cara depois de casada, mas meu marido sempre fantasiou esta situação enquanto transávamos. Confesso que em algumas vezes me exitei com a idéia, mas minha educação tradicional me impedia de ver as coisas por este lado. Sou casada há 10 anos, tenho dois filhos, morena, tipo gostosa, apesar da minha idade, 46 anos. Na minha juventude, não tive nenhum pudor, sempre transei com vários caras, principalmente da faculdade, sempre um de cada vez, mas fazendo todo tipo de sexo, oral, anal e vaginal. Uma vez fui convidada para uma suruba, não aceitei, mas cheguei a pensar na idéia, tudo isso quando solteira, mas depois de casada, me dediquei só para a família. Um belo dia, meu marido falou com meu cunhado, que aqui vou chamar de gio, e mora em Belo Horizonte, disse a ele através do Messenger que adoraria me ver comida por outro homem, mas gostaria que fosse um casal, pois assim poderia comer também a outra mulher e teve uma reposta direta: que a esposa dele jamais aceitaria isto e não gostaria de saber que ele me comeu, mas se meu marido prometesse não falar nada com a esposa dele, ele mesmo me comeria e que inclusive já havia batido várias punhetas para mim. Nada surpreso, mas extremamente exitado, ele disse que por ele tudo bem, mas que dependeria de eu aceitar. Ao me contar, fiquei espantada com o papo dos dois e disse que aquilo era um absurdo, além do mais como ele poderia gostar de me ver comida por outro homem sem comer outra mulher? Ele disse que seria uma oportunidade boa, uma vez que não correríamos risco de tentar algo com um desconhecido, seria mais seguro e concluiu: meu irmão tem 19 cm de pica, você iria adorar. Não dei muita importância, porque moramos no rio e passamos vários anos sem ir a BH, portanto teria muito tempo para pensar nesta besteira, mas confesso que os 19cm de pica mexeram comigo. Disse ainda que para eu não ficar sem graça, havia combinado o seguinte com meu cunhado: se eu levasse para BH um tamanco branco, que ele me deu no meu aniversário e que eu só usava para transarmos e que tinha 21 de salto, eu estaria aceitando ao menos pagar um boquete e se eu usasse o tamanco, estaria dando o sinal verde para tudo, sexo completo. Um ano e meio depois, estávamos viajando para MINAS como haviam se passado muito tempo eu nem me lembrava mais desta história e quando estávamos na BR 040 ele me disse que ficou feliz por eu ter trazido o tamanco branco. Fiquei vermelha, pois nem me lembrava da história e não havia colocado o tamanco na viagem, mas o safado colocou escondido. Fiquei meio sem jeito, mas o que fazer?! Chegando lá não deu outra, ele bem baixinho cochichou no ouvido do meu cunhado e eu vi o sorriso safado de gio quando soube que eu havia trazido o tão sonhado tamanco. Pensei, é só eu não ficar sozinho com ele que a esposa dele me protege. Não teve jeito, a esposa dele saiu com nossos filhos para uma pracinha em frente e ficamos os três sozinhos. Meu cunhado estava no quarto e eu e meu marido na cozinha, o safado já veio com o cacete duro pra fora e mandou eu abocanhar. Até meu marido ficou surpreso e não deu tempo nem pra eu argumentar, vi um caralho enorme se aproximar de mim, meu marido me abaixou com as mãos no meu ombro e eu tive minha boca preenchida por aquela pica bem maior que a do meu marido. Na verdade, em poucos segundos eu já havia aceitado numa boa e comecei a aproveitar a situação, se meu marido queria assim, por que não?! Na mesma hora me livrei da obrigatoriedade de mamar e passei a mamar com vontade, ali mesmo na cozinha levei a primeira esporrada na garganta, eu detestava ser esporrada na boca, mas desta vez estava gostoso. Dali para a xoxota foi um pulo, pela primeira vez fui comida por dois machos ao mesmo tempo, não estava usando o tamanco branco, mas as regras era o que menos importava nesta hora, estava com a xoxota e a boca muito ocupadas para pensar em regras. Ficamos fudendo por três dias consecutivos, a esposa dele sempre saia com as crianças ali perto e por uma hora mais ou menos eu era comida pelos dois safados, todos os dia. Os dois ficavam revezando, um na boca outro na xoxota, foi uma delícia. Não agüentei o cacete de meu cunhado no cú, mas prometi que iria agüentar na próxima vez. Mas isto é uma outra história.

Saturday, October 23rd 2004 - 01:18:53 PM

BIBLIOTECÁRIA GOSTOSA
A mais ou menos tres meses, comecei a dar aulas em um colégio particular onde acabei conhecendo uma professora que cuida da biblioteca particular do colegio. Desde o primeiro dia o nossos olhares começaram a ser trocados de maneira mais sensual e por causa disto resolvi dar umas investidas pra ver o que dava. Cheguei uma tarde da sala dela e comecei a perguntar se ela tinha namorado e coisas assim e ela me disse que tinha um namorado e que a relãção não tava muito legal, enfim coisas do tipo. Achei que era hora de tomar a frente e comecei a dizer que elaéra muito bonita e querida e as coisas foram tomando o rumo do sexo. Pedi o seu e-mail e ela me deu o nuro do icq pessoal. De noite conectei e começamos a conversar via icq. No começo era só amenidades, mas de repente ela começou a falar que estava sozinha em casa, que tinha tomado banho e que esta somente com um roupão. Não deu outra, fiquei com o pau duro na hora e resolvi marcar um encontro pra ver o que dava. Na semana passada tinha uns jogos no colégio e nos dois bem de fininho saimo do ginásio, esperei ela no meu carro na esquina do colégio e fomos direto pra o motel. Nem deu tempo de chagar lá, ela tirou o meu pau pra fora e me pagou um boquete como nemhuma outra ja tinha feito. Gemis gostoso e chupava o meu pau com maestria. Chegando la, começamos na garagem do motel e logo estavamos na cama. Tirei a sua roupa e cai de boca na sua xanhinha raspadinha. Chupei ela por uns 10 minutosd onde ela gozou várias vezes na minha boca. Depois ela resolveu tomar conta da situação e me disse que era ela que iria me fazer gozar. Não deu outra, me chupou até meu pau ficar em ponto de bala e me disse: Vem comer a minha bocetinha. Coloquei ela de quatro e meti tudo naquela racha que estava ensopada de tesão. Meti até as bolas baterem na sua buceta, Ficamos neste frenezi ate ela gosar. Depois resolvi meter na sua bundinha, que diga de passagem era uma maravilha. Coloquei na sua buceta par melar um pouco meu pau e coloquei naquele cuzinh apertadinho. Ela gemia, balbuciava palavras sem nexo e senti que gozou novamante. Eu já não aguentava mais e disse que iria gosar. Ela rapidamente se virou e começou uma chupeta que achei que iria arrancar meu pau fora. Chupava e dizia pra encher a sua bocca de porra, não aguetei e gozei como numca. Ela bebeu toda a minha porra até meu pau ficar durop de novo. Ficamos nesta putaria até tarde da noite. Depois tomamos banho e fomos pra casa. Mas na semana que vem tem de novo, pois ficamos de apimentar a foda. Vamos ver o que ela vai fazer.......

Sunday, September 5th 2004 - 05:52:43 PM

PRÊMIO PELA HOMBRIDADE
Sou prof. de Português, tenho quarenta e cinco anos, ombros largos, olhos verdes (verdes mesmo... não é “papo” de internauta) e um grande senso de ridículo. Há muito, aprendi a me colocar em meu devido lugar. Uma das situações que mais me deixa abismado é um quarentão tentando se apresentar como garotão inconseqüente, com brincos, pulseiras, calças apertadas e, principalmente, comportamento fora da lógica etária. Gosto de sexo. Considero o ato sexual o último nível, o nível mais profundo, do relacionamento humano. A imagem de dois corpos em entrega total me deixa realmente muito, muito excitado. Porém, sempre fui meio balsaquiano, desde minha adolescência. Sou fascinado por mulheres com idade superior a minha, com sua beleza evidente e experiência clara. E aí entre minha indignação com homens de meia idade procurando garotinhas que cheirem a leite, pois isso representa uma “caça a corpos” e não busca de prazeres. Como professor, tenho várias alunas que, na idade da turbulência dos hormônios, acabam se deixando levar pela aura de proteção que minha presença emana e se abrem como flores ao léo. Contudo, jamais me deixei excitar. Não somente pelo ridículo que a situação mostraria, mas também porque meu corpo, por si, não corresponde. Seria como tentar comer um alimento que me desagrada muito. Foi então que surgiu Clarisse. Chegou em minha casa com um sorriso enorme e uma simpatia maior, coxas à mostra morenas e suaves, além de uma camisa de malha muito elegante. Era a segunda vez que a via. Na primeira, combináramos as aulas para sua filha, Patrícia, menininha meio sabidinha que, nas sessões anteriores, houvera encostado suas coxas lindas além da conta nas minhas, por baixo da mesa, e arcado demais o corpo, em várias oportunidades, para mostrar os peitinhos e bundinha. Quando vi Clarisse, sua mãe, em minha porta, pensei que teria problemas, mas seu sorriso e perfume rapidamente me acalmaram. Andava com a segurança das mulheres maduras e a certeza de ser linda das mulheres realmente lindas. — Olá. — fez soar bem baixinho sua voz. — Olá... você é a ... — Não acredito que não se lembre de mim. Até agora acreditava tanto na força de minha presença... – foi falando e entrando, simplesmente. Já era algo assim como a dona da sala. — Sim... claro que me lembro. Precisava apenas começar a conversa. Por falar nisso, algum problema com a Patrícia? Reclamação das aulas? — Sim e não. — sentou-se após eu indicar o sofá, jogou um dos braços sobre o encosto do mesmo e cruzou as pernas. Não precisava tanto para chamar minha atenção. — “Sim” para a primeira pergunta e “não” para a segunda. As aulas estão muito bem, mas minha filha anda meio perdida na adolescência. — Isso é normal. Logo passa. — Sim... sei que ela voltará ao normal. Não sei se eu vou voltar ao normal. — ela me olhava bem no fundo dos olhos, querendo dizer com eles para que tinha ido a minha casa. — E em que estado você está agora para achar que não é normal? — minha pergunta era uma espécie de chamariz, pois ainda tinha na memória a fartura de carnes no traseiro daquela mulher quando fui a sua casa, na primeira vez. Estava vestida com roupas de lar, o que dava um charme a mais a ela. — Bem... um estado assim... assim... – ela passava a mão pelo pescoço e colo, e não deixava escapar o sorriso dos rosto redondo. — Assim... assim como o estado de sua filha? – aventurei-me a perguntar enquanto levantava e apanhava um copo de suco da jarra que estava sobre a mesinha de centro. — O que quer dizer com isso? Patrícia me disse que você a rejeitou. — Não a rejeitei. Rejeitei seu corpo de menina, que não me agrada. — sentei-me ao seu lado, muito próximo, fitando seus seios sob a camisa de malha. Fartos e firmes, me convidavam para dançar. — E o que o agrada? — tomou um gole de suco e deixou escorrer um pouco, do queixo aos peitos. — Agradam-me sem-vergonhice premeditada, desfaçatez bem pensada e um jeito safadinho numa mulher que sabe o que quer. — vi que os biquinhos dos peitos já se apresentavam, pedintes. — Acho que vou tomar um pouco de suco num recipiente diferente, hoje. — Hum... — fez ela, sentindo minha língua em seu pescoço. Sentada, remexia as pernas como se quisesse se acomodar melhor. Uma de minhas mãos estava em sua nuca, a outra em suas coxas e minhas boca bem próxima do início dos peitos dela. A camisa arfava lentamente. Vi que fechara os olhos e se entregava aos poucos. Puxei uma de suas pernas sobre as minhas, de maneira que sua calcinha se mostrou a minha frente, disponível, solicitante, brincalhona. Minha boca continuou o trabalho “árduo” de mordiscar as carnes de seus peitos e, com os dentes, baixei um dos lados do sutiã até que um biquinho saísse. Com a língua, fiquei dando pequenos golpes nele, de forma um barulhinho excitante entrava em nossos ouvidos. Percebi que queria que eu chupasse fortemente, mas não o fiz. Apenas contornei o bico, sem abocanhar. — Se quiser algo mais que isso, vai ter de pedir. — disse eu. — Você não... hum... fazer isso comigo, vai? — Por que não? — Chupe o bico de... Antes mesmo que terminasse, como a surpreendê-la, enterrei minha boca no mamilo dela. — ...meu peito, logo. Sua xana já molhava minha outra mão e, quando percebeu, suas pernas já estavam escancaradas, quase sentada em meu colo. A cabeça de meu pau beijava sua coxa e parte da bundinha. Ouvir seus gemidos era música para mim. — É bom... é gostoso. É delicioso para uma mulher quando ela se deixa levar pelo homem certo... — filosofou ela enquanto gemia. — Um homem só é o certo... — respondi eu enquanto chupava seu peito e enfiava a mão por dentro da calcinha — quando a mulher sabe ser mulher. Você é foda, Clarisse. Para abrir-se mais, Clarisse colocou um dos pés sobre o sofá e forçou o corpo. Sua boceta tornou-se, então, presa fácil para minha mão. Eu a fiz esfregar lentamente as polpas da bundinha em meu cacete e, assim, ele cresceu mais. Com um movimento certeiro, fiz com que a cabeça dele se acomodasse bem no meio de seu rabinho, sobre a calcinha. A sensação era perfeita. A pele de meu pau se movimentava sob o tecido com seus movimentos e deixava tentado a rasgar suas roupas. Com o esfregar de corpos, sua saia subiu, sua camisa se abriu, seu sutiã se soltou, sua calcinha saiu do lugar. Tudo estava sendo deliciosamente natural. Nossas respirações já estavam sem qualquer controle. Minhas mãos iam aonde queriam e nossas imaginações também. Naquele momento, era possível fazer qualquer coisa. Tudo se tornara possível e bom. Sua boca entreaberta buscava de ar, seus peitos subiam e desciam em cadência gostosa. Dei um jeitinho de tirar totalmente sua camisa e arrancar o sutiã por completo. Subi sua saia até a cintura. Bem. Corpo seminu de uma mulher é uma imagem que me fascina. Seus seios deliciosos disponíveis para mim, ali, sua saia enrolada na cintura e sua calcinha fora do lugar, deixando um rio de gozo escapar por entre os pêlos pela xoxota, estando suas pernas completamente escancaradas. Hum... uma visão extraordinária. Sua bunda se remexia em meu pau havia já muitos minutos, como uma punhetinha bem feita; por minha vez, com uma das mãos, dava pequenos estalos nos biquinhos dos peitos dela e, com a outra, dedilhava sua boceta, ora lento, ora rápido; e com a língua passava por sua nuca, sob seus cabelos. Num certo momento, levei minhas pernas para a frente dela e a prendi pelas coxas, como uma tesoura. Mais fortemente meu pau “beijou” sua rabinho e, com movimentos fortes de quadril, fazia-a sentir o desespero de meu caralho em busca de suas carnes. Maroto, fazia movimentos circulares, de maneira que ela pudesse sentir meu pau em toda a extensão. Levei-a para o chão e, lá, fizemos dele nosso horizonte. Seus sentidos, ou melhor, nossos sentidos, já não tinham qualquer senso comum. Tudo era fascinação. Se antes era estava sobre mim, no chão seu corpo todo ficou a minha mercê, sob mim. Fiz com que arrebitasse ao máxima o rabinho em minha direção e pude encoxar como quis sua bunda farta. Puxei a calcinha para cima e ela entrou nas polpas da bundinha, me dando a impressão de que nunca mais sairia de lá. Com meus joelhos, abri suas pernas; virei-me ao contrário e passei a mordiscar a parte interna de suas coxas, fazendo questão de “brincar” com meu queixo bem no meio do reguinho de sua bunda. Enfiei a mão por baixo e forcei para cima seu quadril, de forma que ainda mais linda ficava a imagem de sua boceta muito perto de minha boca. Uma confissãozinha: agindo assim, fiscalizo também a higiene de minhas parceiras. Se me sentir seguro, continuo; caso contrário, dou um jeito de interromper as sacanagenzinhas. Minhas lambidas faziam barulhos gostosos, misturados a pedidos desconexos dela, que implorava por isso e aquilo. Afastei, enfim, sua calcinha; coloquei o máximo possível de minha língua para fora e enterrei-a em sua boceta. Clarisse estava tão aberta e minha língua tão dura que quase beijei seu útero. Meu queixo pressionava seu cuzinho e meus dedos, por baixo, batia suave punhetinha para ela, o que aumentava a sensação de domínio. Prendi os lábios da boceta em meus dentes e, dentro de minha boca, passava a língua neles. Clarisse não agüentou. Senti o gozo farto se alojar em minha boca, com seu gosto metálico falando como ela estava bem. — Você é foda. – disse a ela. (Neguinha... quer que eu continue?) — Espero que uma boa foda. — Sim... sim... — dizia ela, ainda de bruços, sob meu domínio. — Gosto de me sentir assim, completamente exposta e entregue. Não sou de necessitar de elogios, mas fico feliz em saber que uma mulher está se sentindo bem ao meu lado. Dá-me a impressão exata de troca de energias, de cumplicidade. Minha língua continuava a buscar o completo interior dela, via xoxota. O gosto de sexo ganhava força em minha boca. Ainda chupando-a, senti sua mão em meu pau, por cima da bermuda. Deixei que se colocasse de lado, sempre mordiscando sua bocetinha e puxando com os dentes os pelinhos, para ter maior acesso a meu pau. Com a mão por dentro da bermuda, apalpou levemente meu cacete, brincando na cabeça e bolas. Gemia sussurradamente, o que me deixava ainda mais teso. Então, desacavou o botão e expôs meu caralho, que estava bem próximo de boca. Sentir a gula pela qual me chupava foi ótimo. Olhos fechados, sentidos absortos, lábios molhados, mão acariciando meu saco... tudo isso só me dava mais paixão para tornar Clarisse uma mulher bem comida, bem fodida, bem sem-vergonha. Para aumentar mais nossos prazeres, comecei a subir e descer meu quadril, de maneira que a fazia sentir cada centímetro de meu cacete que, aliás, é de tamanho normal,m nada de supercaralho, grosso ou enorme. Empurrava o pau para dentro de sua boca como se a tivesse fodendo mesmo, suavemente. Com uma das mãos, pressionei seus lábios de forma que o atrito deles com meu caralho fizesse o prepúcio ir e vir. Estava demais! Continuei a chupá-la, enquanto era chupado. Minhas duas mãos já haviam voltado para sua bundinha, por trás de suas coxas. Forcei um pouco mais suas pernas para cima e seu cuzinho chegou até meu alcance. Pessoalmente, não gosto muito de sexo anal, mas reconheço que brincadeirinhas nessa região deixam a mulher mais afoita e tesuda. Se sentir que gostam, acabou comendo também a bundinha, mas não uso o sexo anal como parâmetro de uma boa noite de sensualidade. Deixei que minha saliva escorresse pelo reguinho e encostei um dedo nele, sentindo que todo o corpo de Clarisse se arrepiava. Forcei um pouquinho mais, enquanto minha língua permanecia no delicioso trabalho de extrair e dar sensações sem fim na chupada. Um pouco mais e minha língua começou a brindar seu cuzinho. — Puxa! Isso é ótimo. Sempre fui um pouco arredia a certas liberdades, mas hoje estou me superando, meu anjo. — Mas está bem? — Estou ótima. Estou ótima. Continue... Seu corpo estremeceu, de vez, no primeiro gozo. Os líquidos que soltou foram de tal exuberância que escorreram pela coxa. Aproveitei a limbosidade gostosa e espalhei o líquido por toda região. Boceta, coxas, cuzinho, bundinha... tudo ficou brilhando à pouca luz que entrava. Ela remexia o quadril em busca de minha boca enquanto gozava, e falava coisas sem formato, com gemidos de descontrole. Era uma visão fantástica! Gosto de ver uma mulher gozando. Ela queria tirar a calcinha. Não permiti. Queria tê-la daquele jeito, entregue. Afastei um pouco meu pau de sua boca, maroto. Vi que expunha ao máximo sua língua para me alcançar. Afastei um pouco mais, mais maroto. Ela passou a puxar meu quadril, mas não permiti que me encostasse. Logo depois, estava implorando por meu pau. Levantei-me e tirei toda minha roupa, deixei-me de bruços e puxei-a para o chão, para um meia-nove especial. Sua posição facilitava as investidas de minhas mãos em toda a carne de seu traseiro, ao mesmo tempo em que tinha total controle sobre minhas chupadas em sua boceta. Por bons minutos ficamos assim. Sua boca já estava craque em meu caralho. Então, saí de sob si, apoiei-a no sofá, de maneira que seus peitos ficassem pendidos no ar, bicos para baixo, e sua boceta completamente disponível para mim, por trás. Pus-me de joelhos, encostei meu saco nela, fazendo meu cacete tocar toda a extensão de seu reguinho, e fiz as polpas de sua bunda prendê-lo firmemente. Passei então a movimentar meu pau, como se estivesse fodendo sua boceta. Novamente, o atrito provocado era intenso e gostoso. Com os golpes, seus peitos balançavam como se dançassem ao ar livre. Ela colocou a mão para trás e, de acordo meus movimentos, sentia a cabeça de meu pau ser exposta ou se retrair. Ficou assim, brincando, por muito tempo. Coloquei-me de pé e verti o tronco para frente, para alcançar sua nuca; encaixei a cabeça de pau na entrada da boceta, encaixei os dois peitos e cada uma de minhas mãos e passei a lamber seus ombros para molhá-los de saliva. Depois, assoprava levemente. Seu arrepio foi a medida de seu prazer. Sua boceta estava ensopada de líquido de gozo. Empurrei um pouquinho, ela pensou que eu fosse meter. Mas não. Tirei a cabeça de dentro e encostei novamente. Ela retesou o corpo, esperando a enterrada. Mas não enterrei. Tirei a cabeça de novo. Empurrei novamente. Tirei. Empurrei. Tirei. — Mete logo! — Não. — Mete de uma vez, por favor. — Não. — Enfia o pau em mim. — Clarisse forçava a bunda para trás, mas eu me distanciava na mesma medida. — Gozei gostoso até agora, mas sem ter meu pau em mim. Mete em mim, por favor. Mete... mete... mete... — Não. — Mete... mete... preciso ser comida por você. Preciso ser fodida por você. Mete. Mete... Enquanto falava e se arreganhava para mim, enfiei de uma vez, num movimento certeiro. Minhas bolas bateram em sua bunda, a cabeça de meu pai foi até seu útero, ela gemeu gostoso e eu mordisquei seu ombro. Estava iniciada uma das mais gostosas fodas de minha vida. Em golpes rápidos, movimentava meu quadril sem dar tempo para ela pensar. Enquanto batia as bolas em suas carnes, apertava seus peitos e dizia deliciosas sacanagens em seus ouvidos, sussurradas entre mordidas em suas orelhas. Seu corpo suado tinha o cheiro de cio e putaria bem-feita. Ela respondia às minhas obscenidades de maneira natural, como se estivéssemos trocando conceitos filosóficos. Tudo ali era natural e normal. Meu pau entrava e saía com o prazer de visitar a casa de uma mulher e tanto. Estava me sentindo bem, ali dentro, como se todo meu corpo tivesse se resumido naqueles centímetros de carne, lá embaixo. Mexia habilmente o quadril para fazê-la ter o gozo mais espetacular de sua vida e me proporcionasse, assim, o melhor dos elogios que uma mulher pode fazer à masculinidade de um homem: gemer e gozar, gemer e gozar. Poucos minutos depois, ela gozou. E gemeu. Tinha o aspecto de uma mulher entregue, confiante, segura. Gozou fortemente derramando mais líquido em minhas coxas, se mexendo e empurrando a bunda contra mim. — Você é foda! Vou gozar. Comecei a falar sabendo que, a partir do momento em que ela tinha gozado, eu próprio gozaria a qualquer hora. Minhas coxas começaram a apresentar dificuldade em sustentar meu corpo em movimento, sinal iminente de gozo chegando. Pensei em tirar o pau enquanto acelerava os golpes, mas preferi continuar a sentir a quentura de suas carnes. E, num instante, o gozo veio, senhor de si, uivante, profundo, gostoso. Minha respiração ofegante se fazia sentir, meu gozo se acomodou bem no fundo de suas entranhas, beijava suas costas enquanto gozava e dizia palavrõezinhos bem falados. Ela contraía a bocetinha, de forma que meu pau sofria pequenos choques e eu dava pequenos gemidos. Não tirei o pinto de dentro dela. Queria ir até o final. Abri os olhos e vi ela sorria um sorriso gostoso, calmo, tranqüilo. — Ei... gozei dentro de você. — Eu vi. Eu senti. Eu gostei. Não se preocupe. Pode confiar em mim. — Sei que posso. Mas fui irresponsável. — Certos prazeres são irresponsáveis. Não vou engravidar, pode ficar despreocupado. E também não tenho qualquer doença. Há muito tempo que não tenho relações com ninguém. — Sim... mas você não conhece minha vida. — Conheço o bastante para me abrir totalmente para você. Um homem com força interior o suficiente para impor limites a uma adolescente linda como minha filha, na flor da idade, com o corpo bonito em formação, um homem assim só pode ser completamente confiável... ei... não vai sair de dentro de mim, não? — Não... vou morrer aqui dentro. Aliás, morri um pouco agora há pouco. — Eu também. Com cinco minutos de conversa passei a confiar em você. E não se preocupe. Não terá qualquer compromisso comigo, senhor professor. Sorrindo, levantou-se, apanhou as roupas perguntou se podia tomar um banho. Mostrei o banheiro e disse que ficaria recompondo um pouco mais as forças, que ela podia ficar à vontade. Trinta minutos depois, ainda deitado e nu, vi que ela saiu do banheiro toda recomposta, mas ainda cheirando à sensualidade. Seu aspecto era juvenil e gostoso. Tinha se sentido mulher. E não havia qualquer coisa que dissesse que fosse melhor que aquela visão, para mim. — Sei que não gosta de elogios. Minha filha já tinha percebido isso e comentado comigo. Mas posso assegurar que foi uma tarde fantástica. — Não gosto de elogios hipócritas, Clarisse. Quando sinto a sinceridade no olhar das pessoas, sinto-me lisonjeado. Ajoelhou-se próxima a mim, beijou-me, sorriu, olhou-me profundamente, voltou-se para meu pau e passei a ponta da língua nele todo. Sentiu que ele respondia. — Ele está me querendo novamente? — Sim... está. — Posso voltar mais tarde? Tenho coisas para fazer agora. Aquele “voltar mais tarde” transformou-se num relacionamento gostoso, adulto, já de dois anos. Sempre que pode, Clarisse vai a minha casa e trocamos, então, nossas energias sexuais. Suas cobranças normais encontram ressonâncias em minhas respostas normais. Somos assim dois corpos conscientes de suas necessidades, um suprindo as do outro. (jbrado1@bol.com.br)

Wednesday, August 11th 2004 - 05:41:37 PM

CASADA, MAS NUNCA GOZOU
Eu almoçava todos os dias em um restaurante, e sempre observava uma garota que almoçava sozinha, com um semblante muito triste. Um dia criei coragem, e puxei um papo sobre a comida, só para fazer amizade. Depois de alguns dias de um papo superficial, perguntei a ela porque ela tinha aquele rosto tão triste. Ela sem dar muitas voltas, me disse que se eu tivesse um casamento como o dela, também seria triste. Perguntei o que era de tão ruim no casamento para ela ser tão triste. Ela como desabafo, em outras palavras, me disse que seu marido nunca ligou se ela estava satisfeita no sexo, e depois de algumas perguntas, ela disse, também em outras palavras, que ele nunca havia feito ela gozar. Ela não era um monumento de mulher, pois já tinha 38 anos, mas tinha uma pele e uma bundinha, de causar inveja a muitas menininhas. Passei diversos dias, como um amigo. Procurava mostrar o lado bom da vida. Dei a ela um livro que fala da vida a dois. Quando senti que ela já estava confiando em mim, perguntei a ela se nós não podíamos um dia, sair para conversar melhor sobre seus problemas. Ela sorrindo me disse que quando pudesse, ela me avisava. Uma sexta-feira no almoço, senti que ela estava muito nervosa e procurei acalma-la. Perguntei se nós não podíamos sair para conversar mais tarde, foi quando ela quase que chorando me disse: Acho que estou precisando mesmo. Hoje meu marido vai à São Paulo e só deve voltar tarde. Pediu-me então se eu poderia pegá-la às 18:30, em um shopping que havia perto dali, pois assim ninguém iria vê-la sair com outra pessoa, o que aceitei prontamente. Na hora marcada, cheguei ao shopping, e pensei que nós iríamos ficar ali conversando, foi quando ela entrou no meu carro e disse para sairmos dali, pois havia umas amigas do trabalho também ali no shopping, e que nós teríamos que ir para outro lugar onde não seríamos vistos, foi quando disse a ela que só conhecia um lugar onde não seríamos vistos, e ela me disse, tudo bem, vamos para onde você quiser. Não tive mas dúvidas, ela queria se vingar do marido. Fui então direto para um Motel que havia na saída da cidade. Achei que ela falaria alguma coisa quando chegássemos lá, mas assim que chegamos, a única coisa que ela disse, foi que seu marido, nunca havia levado a um Motel. Pedi então a melhor suíte que tinha, e ela me perguntou se merecia tudo aquilo. Eu disse a ela que se ela quisesse, naquela noite, eu daria o paraíso a ela. Ela sorriu e disse, espero que você diga o mesmo na saída. Quando entramos no quarto, ela ficou deslumbrada com o ambiente. Disse que nunca havia deitado em uma cama redonda, que nunca havia entrado em uma hidromassagem. Eu disse a ela então, que aproveitasse tudo então. Depois de quase uma hora de conversa, a qual ela me confirmou que não sabia até hoje o que era orgasmo, eu disse a ela que a faria sentir uma verdadeira mulher. Foi quando sem falar mais nada, ela se levantou da cama, começou a tirar toda a roupa, e quando estava totalmente nua, perguntou-me se com aquele corpo, se eu seria capaz de faze-la sentir mulher. O corpo dela, tinha algo que me deixou louco, a pele muito branca, mas com uma marca de biquini bem leve, e seus pelos pubianos bem pretos, que fazia um contraste de enlouquecer. Pedi a ela então, que desse uma volta completa para poder apreciar melhor aquele monumento, foi quando ao dar meia volta, parou de costas e perguntou, se ainda tinha um corpo atraente. Aquela bundinha redondinha e empinada, parece que estava me chamando. Foi quando levantei, abracei-a por traz e disse: se hoje eu não te fizer sentir mulher, eu mudo de nome, e virando-a de frente, beijei-a ardentemente, e ao final, ela disse que a muito tempo ela não sabia o que era um beijo dequele. Peguei-a nos braços, e a deitei na cama de costas. Quando aquele corpo se espalhou, pude ver que a marca do biquine era pequenina demais para tudo aquilo, e comecei a acaricia-la passando a língua por todo seu corpo, até chegar ao ponto principal. Quando comecei a colocar a língua em sua buceta, senti que ela já estava completamente arrepiada e molhada. Fiquei ali chupando uns dez minutos, foi quando ela apertou minha cabeça sobre suas coxas, e começou a dizer palavras como: Me faz gozar, estou louca por você, Faz comigo o que quiser. Parei então com a língua, e a coloquei sentada em meu colo de frente, e fui enfiando meu pau lentamente, até colocar tudo, no que ela começou e gemer mais alto, e dizia: como isso é bom, enfia tudo, você é meu homem, Faz comigo o que quiser. Senti então que ela começou a gozar, pois seus gemidos ficavam cada vez mais altos. Peguei meu dedo então, e comecei a passar na portinha de seu cuzinho, e ela começou a rebolar para que o dedo penetrasse ainda mais. Aos poucos meu dedo estava todo dentro dela, o que fazia com que ficasse cada vez mais louca, até que em um gemido longo, senti que ela estava gozando como nunca. Quando acabou, virou de costas, e pediu que a fizesse gozar de novo. Com aquela bundinha virada pra mim, não tive dúvidas, abri aquelas nádegas e enfiei a língua no cuzinho dela que começou a gemer novamente. Quando pedi para segurar as nádegas para enfiar meu pau, ela disse: com cuidado que vai ser a primeira vez.. Pedi a ela então que esperasse que iria pegar um creme que havia trazido. Ela pediu então que não demorasse. Mais do que depressa, peguei o creme e comecei a lubrificar seu cuzinho enfiando o dedo e tirando, o que a deixou ainda mais excitada. Comecei então a penetrar com cuidado, até que quando estava no meio, ela mesmo arrebitando a bunda para cima, fez com que ele entrasse até o fim e num grito só seguidos de gemidos, comecei a estocar para dentro e para fora. Ela já não agüentando mais, começou a falar sem parar: Eu nunca senti isso antes, você é maravilhoso, mete que esse cuzinho é só seu, goza dentro dele comigo. E quando eu já não agüentava mas, senti que ela estava gozando e gozei também, derramando toda aquela porra dentro daquele cuzinho delicioso. Quando acabamos, depois conversando, senti que eram dois os problemas de seu marido para não faze-la gozar; primeiro ela tinha um grande tezão no cuzinho, e ele nunca tinha explorado isso, e segundo que o pau dele era muito pequeno, pois ela disse que se assustou um pouco quando me viu de pau duro. Depois desse dia, saímos diversas vezes, até que ala disse que havia se entendido com seu marido, e não iríamos mais sair. Acho que ela convenceu o marido a comer aquele cuzinho, e devem ter se acertado. Moral da história: Se você não come o cuzinho de sua mulher, vem um outro e deliciasse com ele.

Wednesday, July 28th 2004 - 05:33:46 PM

Unicas Visitas Dede abr/2000

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